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“Em política não há namorados”  

27 de Agosto de 2015

Screen Shot 2015-08-27 at 3.14.48 PMJosé Pereira Coutinho só tenciona concentrar atenções na campanha para a Assembleia da República a partir de 6 de Setembro, dia em que são eleitos os novos membros do Conselho das Comunidades Portuguesas.

Marco Carvalho

No dia em que se tornou conhecida a candidatura de José Pereira Coutinho à Assembleia da República, o presidente da Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau (ATFPM) e deputado à Assembleia Legislativa quebrou o silêncio sobre as motivações que o levaram a apresentar-se como candidato ao hemiciclo português.

Em declarações prestadas por via telefónica ao PONTO FINAL, o cabeça de lista do “Nós, Cidadãos!” ao círculo fora da Europa – que se encontra em Portugal – defende que, consiga ou não ser eleito para a Assembleia da República, a candidatura pela qual dá a cara já garantiu um dos objectivos a que se propunha: “Pela primeira vez desde a transferência de administração, Macau está a ser falado em Lisboa. O telefone não tem parado e até os candidatos à presidência da República estão a olhar para Macau com interesse renovado”, garante Pereira Coutinho.

Não obstante a atenção de que diz ser alvo, Pereira Coutinho tem as prioridades bem alinhavadas. O deputado à Assembleia Legislativa diz que até 6 de Setembro tenciona centrar a atenção na eleição para o Conselho das Comunidades Portuguesas e só a partir de então se mobilizará no sentido de procurar ser eleito para o hemiciclo de Lisboa: “Neste momento não me passa pela cabeça outra questão que não o Conselho das Comunidades Portuguesas”, assinala.

José Maria Pereira Coutinho reserva, por isso, explicações mais fundamentadas sobre a opção pelo partido Nós, Cidadãos para depois do acto eleitoral de Setembro. Fonte próxima ao processo que culminou na aproximação entre o presidente da ATFPM e o movimento liderado por Mendo Castro Henriques explica que a escolha se deve, sobretudo, a uma questão de afinidade política: “Há uma grande identificação entre as ideias do “Nós, Cidadãos” e a personalidade e a postura política de Pereira Coutinho. Mas houve vários partidos interessados”.

O agora candidato confirma o interesse, depois de ter estado reunido com Francisco André, membro da direcção do Partido Socialista (PS) e com Marco António Costa, vice-presidente do Partido Social Democrata (PSD). Os encontros serviram para discutir o escrutínio para o Conselho das Comunidades Portuguesas, mas as eleições legislativas também foram abordadas, adianta Coutinho: “Foi focada, sim, a questão das legislativas. Pela primeira vez eles acordaram. Chegaram um bocado atrasados. É como aquelas histórias dos namoros: até se pode gostar de uma rapariga, mas se não se avança a tempo, há outro que vem e que toma o lugar. Em política não há namorados”, remata o agora candidato independente nas listas do “Nós, Cidadãos”.

Coutinho, que reserva para depois de 6 de Setembro uma intervenção mais detalhada a propósito da candidatura à Assembleia da República, recusou-se a abordar as críticas que lhe são dirigidas pela secção local do Partido Socialista, mas negou ainda assim a ideia que tenha andado a “mendigar apoios políticos” em Portugal: “Antes de eu vir para Lisboa, já estava tudo tratado. A Rita Santos já tinha discutido com o “Nós, Cidadãos” os objectivos da candidatura”, sustenta.

Sobre a inclusão de Gilberto Camacho como o número 2 da lista pelo círculo fora da Europa que encabeça, José Pereira Coutinho é peremptório: “Há muito tempo que tanto eu, como a Rita Santos estamos a procurar atrair jovens macaenses para a política e garantir o rejuvenescimento da capacidade de intervenção da comunidade macaense. Um tal rejuvenescimento só poderá ser feito com alguém com dinamismo, que domine várias línguas. O Gilberto Camacho é disso um bom exemplo”.

Coutinho é candidato pelo partido Nós, Cidadãos!  

27 de Agosto de 2015

Pereira Coutinho é mesmo candidato a um lugar na Assembleia da República. O presidente da Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau é o cabeça de lista do “Nós, Cidadãos!” pelo círculo fora da Europa. O número dois da candidatura é Gilberto Camacho.

Está desfeito o enigma. José Maria Pereira Coutinho, deputado à Assembleia Legislativa de Macau e Conselheiro das Comunidades Portuguesas, é candidato à Assembleia da República pelo partido Nós, Cidadãos!, formação política dirigida pelo académico e politólogo Mendo Castro Henriques.

Pereira Coutinho é o cabeça de lista do “Nós, Cidadãos!” pelo círculo fora da Europa nas eleições legislativas de Outubro, confirmou ontem a agência Lusa, em Lisboa.

A agência noticiosa portuguesa consultou as listas afixadas publicamente na 1.ª Secção Cível do Palácio da Justiça e confirmou a candidatura de José Maria Pereira Coutinho ao hemiciclo português. Apresentado como sendo aposentado e candidato pelo “ex-província ultramarina” de Macau, o presidente da Associação dos Trabalhadores da Função Pública de Macau concorre na qualidade de independente. O contacto e morada declarados por Pereira Coutinho são, de resto, os contactos da ATFPM, organismo que serve de base de apoio aos trabalhos desenvolvidos pelo deputado à Assembleia Legislativa.

Como número dois do grupo de candidatos efectivos pelo partido Nós, Cidadãos!, Pereira Coutinho faz-se acompanhar por Gilberto Carlos Conceição Camacho, elemento que surge como suplente na lista, também dirigida por Coutinho, candidata ao Conselho das Comunidades Portuguesas, cujas eleições se realizam a 6 de Setembro próximo.

Em declarações feitas à Agência Lusa em meados de Agosto, Pereira Coutinho tinha garantido que seria candidato nas eleições legislativas portuguesas de Outubro próximo. Em caso de eleição, salientava na altura o deputado à Assembleia Legislativa, o seu lugar não estaria condicionado, uma vez que – sendo eleito pelo círculo fora da Europa – não estaria obrigado a permanecer em Lisboa, mas podia viajar pelas comunidades portuguesas para auscultar os seus problemas. O deputado deve pronunciar-se de novo sobre a candidatura à Assembleia da República depois da eleição para o Conselho das Comunidades Portuguesas, agendado para 6 de Setembro (ver última página.)

A eventual eleição de José Maria Pereira Coutinho para o hemiciclo português já suscitou reacções junto da classe política de Macau, com Ho Iat Seng, presidente da Assembleia Legislativa a considerar que a candidatura de Coutinho à Assembleia da República constitui “uma questão diplomática”.

“É difícil responder porque se trata de uma questão diplomática e, na qualidade de deputado de Macau, ele deve observar as leis de Macau, porque foi jurado para prestar fidelidade à República Popular da China. Quanto a essa dupla fidelidade eu não me atrevo aqui a dizer muito, não sei”, afirmou Ho Iat Seng, quando questionado sobre um eventual conflito de interesses no exercício de funções parlamentares no estrangeiro. As declarações do Presidente da Assembleia Legislativa foram feitas na semana passada, durante o balanço das actividades do hemiciclo do território relativas ao último ano.

Um partido entre o PS e o PSD

O partido Nós, Cidadãos! aguardava o combate às eleições legislativas para sair à rua. Na base do movimento está o Instituto da Democracia Portuguesa (IDP), uma associação cívica criada em 2007 que tem nos seus corpos sociais figuras como Fernando Nobre ou D. Duarte de Bragança e que veio dar força ao novo partido.

A ambição do “Nós, Cidadãos” é mobilizar o eleitorado do centro, a meio termo entre e as perspectivas do PS e do PSD. Liderado por Mendo Castro Henriques, a nova força política defende a promoção do emprego e da coesão social e propõe que o problema dívida externa seja recentrado nas famílias e empresas portuguesas.

Outras das ideias às quais o novo partido se compromete passam pelo combate à corrupção, a reforma do sistema político e eleitoral através de uma maior moralização e responsabilização dos eleitos perante os eleitores e uma nova estratégia nacional, que passará pela promoção da coesão social e a dignificação da Administração Pública e das funções do Estados.

Para além de Mendo Castro Henriques, a Comissão Política Nacional é constituída por nomes como Joaquim Palma Pinto, pelo ex-jornalista Jorge Santos e por Renato Epifânio.

Entre as figuras que tornaram público o seu apoio ao novo partido estão o juiz Rui Rangel, o cantor José Cid e … Garcia Leandro, antigo Governador de Macau no pós-25 de Abril.

Para a sua legalização, o novo partido político contou com 11 mil assinaturas, tendo entregue no passado mês de Março cerca de 8500 assinaturas ao Tribunal Constitucional para oficializar a corrida às eleições legislativas de Outubro próximo.

De acordo, com a informação publicada na página electrónica oficial do partido estão envolvidas nas candidaturas à Assembleia da República 283 personalidades que o “Nós, Cidadãos!” caracteriza como “caras novas, sem militância política anterior”.

Comissão Nacional de Eleições começou ontem a verificar candidaturas

27 de Agosto de 2015

A Comissão Nacional de Eleições (CNE), órgão independente que funciona junto da Assembleia da República e supervisiona os actos eleitorais em Portugal, está neste momento a verificar a regularidade das candidaturas às eleições legislativas.

“Começou hoje [ontem] o prazo para verificação da regularidade das candidaturas apresentadas, mas não é totalmente seguro que nenhuma venha a ser excluída e, mesmo depois de definitivamente admitidas, as candidaturas podem desistir até dois dias antes da eleição”, assinalou fonte oficial da Comissão Nacional de Eleições em resposta ao PONTO FINAL.

Pereira Coutinho tem “uma visão deturpada da política portuguesa”, diz Arnaldo Gonçalves

27 de Agosto de 2015

A candidatura do deputado de Macau à Assembleia Legislativa portuguesa não é vista com bons olhos pelo jurista Arnaldo Gonçalves. Porém, o antigo coordenador da campanha de Pedro Passos Coelho em Macau acredita que o partido pelo qual Pereira Coutinho se candidata não terá peso suficiente para assegurar a sua eleição.

Catarina Mesquita

Durante grande parte do dia de ontem, a obtenção de uma reacção à candidatura pelo “Nós, Cidadãos!” por parte de José Pereira Coutinho pareceu uma impossibilidade e Gilberto Camacho, o número 2 da lista do movimento ao círculo fora da Europa explicava porquê: “Estamos focados nas eleições para o Conselho das Comunidades Portuguesas”.

De acordo com Camacho, só após as eleições, no dia 6 de Setembro, do Conselho das Comunidades Portuguesas surgiriam novos comentários. Ia já a noite alta em Macau, quando José Pereira Coutinho (ver última página) se mostrou disponível para responder às questões do PONTO FINAL, sublinhando a mesma ideia. Até 6 de Setembro todas as atenções estarão concentradas no escrutínio para o Conselho das Comunidades Portuguesas.

Prognósticos, só no fim do (primeiro) jogo, mas Pereira Coutinho não se salva, ainda assim, de críticas. A candidatura do deputado de Macau à Assembleia da República portuguesa continua a levantar questões. Para o jurista e analista político Arnaldo Gonçalves a candidatura de Pereira Coutinho pode ter várias leituras, mas uma é clara: o deputado desconhece a realidade portuguesa.

“O deputado parece estar mal informado por julgar que a política portuguesa se pauta pelas mesma regras que a luta política em Macau”, afirma Arnaldo Gonçalves que em 2010 coordenou a campanha de Pedro Passos Coelho (PSD) em Macau.

“O deputado tem uma enorme dificuldade em perceber que Portugal com 40 anos de democracia já evoluiu para outro tipo de intervenção política que não tem nada a ver com a postura de chefe de grupelho que o doutor Pereira Coutinho assume com os filiados da sua associação”, sublinha o analista.

Na opinião de Arnaldo Gonçalves “é confrangedora a forma como [Pereira Coutinho] se utiliza dos sindicalizados da ATFPM para a sua agenda política em Macau e fora de Macau, como se fossem soldadinhos de chumbo”.

“Como pessoa que está deslocada de Portugal e não tem qualquer contacto com a política portuguesa, não percebe o sistema político-partidário, não percebe a divisão ideológica entre as várias forças políticas em Portugal ele iria sempre ser olhado como um corpo estranho, um pára-quedista, um oportunista, alguém que utiliza os buracos das leis eleitorais para se apresentar”, reforça.

Quanto à possibilidade de eleição, o jurista é céptico. “Não acredito que candidatando-se [pelo Nós, Cidadãos!] vá ter o número de votos que vá roubar a possibilidade de os candidatos da Coligação Portugal à Frente [PDS e CDS] ou do PS, de serem eleitos”.

“As eleições do ciclo Fora da Europa são decididas pelos círculos onde há mais peso de portugueses. Em Macau, o peso eleitoral dos portugueses é diminuto quando comparado com países como o Brasil ou a Venezuela”, explica.

“Só por uma manifesta infelicidade é que uma candidatura por outra força política que não as duas principais do círculo Fora da Europa [PS e PSD] é que podia vingar”, acrescenta.

Em conversa com o PONTO FINAL, também Tiago Pereira declara que já tudo foi dito no comunicado enviado pela secção de Macau do Partido Socialista, a 30 de Julho. Na altura, o PS Macau considerava a então eventual candidatura de José Pereira Coutinho como “uma distorção dos mais elementares princípios democráticos”.

Já Arnaldo Gonçalves remata: “Como é que um membro de um parlamento de um país se pode candidatar a deputado num parlamento de outro país? Nunca existiu nem nunca existirá. Há uma clara incompatibilidade.”

“Esta candidatura está viciada do ponto de vista legal e constitucional”, conclui.

Junkets levam com estilhaços de ataque a transferências ilegais

27 de Agosto de 2015

Muitos promotores de jogo podem ter dificuldade em garantir liquidez se as autoridades continuarem a visar esquemas bancários paralelos, defendem analistas.

1.UnionPay

O segmento das apostas de grande envergadura pode sofrer por tabela com as novas frentes de combate ao sistema bancário paralelo que permite que o dinheiro circule ilegalmente entre a China Continental e o território. As acções estão a ser lançadas pelo Governo Central e pelas autoridades em Macau.

A nova investida já resultou na detenção de 17 indivíduos envolvidos em esquemas ilegais de levantamento de dinheiro através do sistema Union Pay, em casas de penhores da RAEM. A China UnionPay terá sido lesada pelas acções dos suspeitos em cerca de 710 mil patacas. Analistas da filial de Hong Kong Deutsche Bank chegaram à conclusão de que este tipo de acções pode interferir com a maneira de funcionar de alguns promotores de jogo: “Muitos junkets em Macau usam redes bancárias subterrâneas [ou paralelas] para transferir dinheiro entre Macau e a China. Como tal, vemos riscos de que a liquidez dos junkets possa ficar ainda mais apertada” escreveu a analista Karen Tang, do Deutsche Bank, numa nota citada pelo portal GGRAsia. “A Galaxy e a Wynn Macau podem ser as que vão sofrer um maior impacto, dada a sua exposição aos apostadores VIP (27 a 29 por cento dos lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização)”, acrescentou, num comentário às notícias da rusga da Polícia Judiciária (PJ) e de outros anúncios oficiais feitos na China.

Na segunda-feira, o Ministério da Segurança Pública anunciou que o financiamento ilegal nos mercados e a lavagem de dinheiro seriam os alvos de uma operação em todo o país que iria durar até Novembro. A campanha constitui uma tentativa da China para controlar as saídas de capital, sobretudo após a recente depreciação do yuan: “Alguns ‘fundos cinzentos’ têm sido transferidos por intermédio de lojas subterrâneas de dinheiro através da fronteira, o que não coloca apenas grandes riscos à nossa gestão cambial, como também perturba a ordem nos mercados financeiros e de capitais e ameaça a nossa segurança financeira”, declarou o ministro chinês da Segurança Pública, Meng Qingfeng, numa nota publicada no site oficial do ministério.

Macau com menos 3,5 por cento de visitantes do que há um ano

27 de Agosto de 2015

O número de visitantes que entraram em Macau de Janeiro a Julho deste ano ultrapassou os 17,4 milhões, montante que fica, ainda assim, 3,5 por cento abaixo dos números registados nos primeiros sete meses de 2014. A queda fica a dever-se, sobretudo, a uma menor procura por parte de turistas oriundos da China Continental, que representam ainda assim a larga maioria dos visitantes que escolhem Macau como destino de lazer.

De acordo com os dados avançados pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC), foram mais de 11,5 milhões, os visitantes que chegaram da China Continental até ao final do mês de Julho. Em termos comparativos, e face aos sete primeiros meses do ano transacto, a RAEM recebeu menos 4,5 por cento de visitantes oriundos da República Popular da China

O número de visitantes provenientes de Hong Kong – o segundo maior mercado fornecedor de visitantes a Macau – pelo contrário cresceu ligeiramente – 0,6 por cento para 3,74 milhões, enquanto, que os viajantes oriundos de Taiwan mantiveram números semelhantes aos do ano passado – à volta de 559 mil.

O maior aumento foi registado junto dos visitantes sul-coreanos: 330 mil visitaram Macau nos primeiros sete meses de 2015, uma subida de 4,8 por cento. Por outro lado, os visitantes provenientes de regiões mais distantes – nomeadamente os EUA, a Austrália, o Canadá e o Reino Unido – desceu em termos anuais.

Relativamente apenas ao mês de Julho – o último contabilizado – o número de visitantes ficou perto dos 2,65 milhões, número que, embora signifique um aumento de 17,8 por cento comparativamente a Junho, a verdade é que fica 3,8 por cento aquém do que foi registado em Julho de 2014. Embora sejam menos, os turistas estão a permanecer relativamente mais tempo no território. A subida é ligeira, no entanto: enquanto em 2014 a média de permanência não ia além de um dia, em Julho deste ano foi de 1,2 dias.

Dos 1,75 milhões de visitantes da China Continental que entraram em Macau em Julho, 785 mil vieram da província de Guangdong, 82 mil, de Fujian e 74 mil, de Hunan.

Excursões para Banguecoque suspensas até 10 de Setembro

27 de Agosto de 2015

As excursões e viagens de grupo para a capital tailandêsa estão suspensas pelo menos até 10 de Setembro, de acordo com as informações transmitidas pela Associação de Indústria Turística de Macau ao canal em língua chinesa da Rádio Macau. A incerteza que ainda se vive em Banguecoque, depois do atentado que há uma semana sacudiu a capital do país, é a razão avançado para o cancelamento das deslocações, adiantou Wu Keng Kuong.

Nas declarações que prestou à Rádio Macau, o presidente da Associação de Indústria Turística de Macau sublinhou que a Air Macau permite que os clientes que compraram viagens possam mudar de destino ou adiar o voo por meio ano. As excursões para Chiang Mai, no norte da Tailândia, vão manter-se, garante Wu Keng Kuong.

O atentado, ocorrido há mais de uma semana, provocou 20 mortos. A explosão não chegou a ser reivindicada.

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