Prémio Identidade orgulha e honra Casa de Macau em Portugal

No ano em que comemora 50 anos de existência, a Casa de Macau em Portugal foi galardoada com o Prémio Identidade, do Instituto Internacional de Macau. O vice-presidente da representação da comunidade macaense em Portugal, João Botas, explicou ao PONTO FINAL que esta distinção traz motivação para mais 50 anos de actividade.

1.Macau

João Santos Filipe

Orgulho e uma dose de motivação para continuar a desenvolver o trabalho realizado. Foi desta forma que o vice-presidente da Casa de Macau em Portugal, João Botas, explicou, ao PONTO FINAL, o sentimento da instituição, que foi galardoada com o Prémio Identidade em 2016, que é atribuído pelo Instituto Internacional de Macau.

“É uma distinção que nos orgulha e que nos honra e que nos dá mais responsabilidade para mantermos aquela que é a missão da Casa de Macau”, afirmou João Botas, ontem, ao PONTO FINAL. “É o reconhecimento de um trabalho que tem vindo a ser desenvolvido há 50 anos e que espero que seja um motivo de elã para os próximos 50 anos, no mínimo”, frisou.

O Prémio Identidade do IIM foi instaurado em 2003 e é atribuído com o objectivo de galardoar pessoas ou instituições que tenham contribuído de forma continuada para o reforço e valorização da identidade macaense. Entre os vencedores anteriores estão nomes como Henrique de Senna Fernandes, a Diocese de Macau, a Universidade de Macau ou a Escola Portuguesa de Macau.

Este ano o Instituto Internacional justificou a atribuição da distinção à Casa de Macau em Portugal com “a relevante contribuição, ao longo de 50 anos, para a promoção e divulgação da cultura macaense em Portugal”, com o “reforço dos laços de amizade e solidariedade entre os membros” e o “desenvolvimento de relações entre as comunidades macaenses espalhadas pelo mundo”.

O prémio, que vai ser formalmente entregue em Novembro, adquire ainda uma importância extra porque a Casa de Macau em Portugal cumpre este ano o seu 50.º aniversário: “Em 50 anos muita coisa muda e a Casa de Macau em Portugal tem feito por se adaptar aos tempos e ao contexto onde está inserida. Somos um elo de ligação entre macaenses e todos os que têm Macau no coração”, explicou o vice-presidente sobre o momento da instituição.

Actualmente a instituição tem cerca de 500 sócios, sendo que um dos objectivos mais próximos passar por garantir a renovação do contingente de membros e por uma maior abertura à sociedade civil.

“Ao longo dos anos temos tido um número de sócios muito perto do meio milhar, uma vezes mais outra vezes menos. Isto mostra que faz sentido continuar com a nossa actividade. É uma instituição que precisa de se renovar, mas estão reunidas todas as condições para continuar porque Macau é uma terra que tem uma história ímpar e que faz com que as pessoas se mobilizem e liguem por afectos”, acrescentou.

 

Apesar de formalmente a entrega do prémio apenas estar agendada para o Encontro das Comunidades Macaenses, que terá início no dia 30 de Novembro, já no próximo dia 25, a instituição vai já receber um diploma relativo ao galardão. Este documento vai ser entregue durante a cerimónia da celebração dos 50 anos da Casa de Macau em Portugal.

 

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