São José com novo campus em 2015

1O novo complexo universitário, na Ilha Verde, deve estar pronto a fim de receber aulas a partir do ano lectivo 2015/2016, acredita o reitor Peter Stilwell. A obra está orçada em 520 milhões de patacas.

 

O novo campus da Universidade de São José (USJ), em construção na Ilha Verde, na zona norte, deverá estar pronto a tempo do ano lectivo 2015/2016, estimou ontem o reitor, Peter Stilwell.

“Continuamos optimistas que se consiga ter o campus entregue em Abril de 2015. Depois haverá que licenciá-lo e só depois disso é que podemos entrar e utilizá-lo. Portanto, estamos com esperança de poder começar no ano de 2015/2016”, disse o reitor da USJ à margem de uma apresentação da obra à imprensa.

Para o padre Peter Stilwell, o prazo mais optimista seria Setembro/Outubro de 2015, mas em caso de atraso na entrega da obra, a USJ tem um plano de contingência, que passa pelo prolongamento do contrato de arrendamento de algumas das actuais instalações.

A construção do campus da USJ na Ilha Verde foi iniciada a 3 de Maio do ano passado, estando actualmente concluída a primeira fase da obra. A primeira pedra tinha sido lançada no final de 2009. Porém, o projecto foi sofrendo uma série de atrasos que impediram que estivesse pronto em 2011, como previsto.

A USJ, criada em 1996 pela Fundação Católica de Ensino Superior Universitário de Macau, que foi instituída pela Universidade Católica Portuguesa (UCP) e pela Diocese de Macau, funciona como entidade associada da UCP.

Além do campus universitário, o projecto contempla uma vertente de ensino secundário, com o Colégio Diocesano de São José, que deverá estar concluída ao mesmo tempo.

“Eu sei que a parte do ensino secundário, que está sob outra direcção, tem algumas expectativas de colocar algum equipamento suplementar que não estava previsto no projecto inicial, pelo que terá de esperar que o edifício esteja licenciado para depois colocar o equipamento se continuar a ter essa pretensão. E isso pode atrasar um pouco”, acrescentou Peter Stilwell.

Na Ilha Verde vão conviver alunos do ensino secundário (até 800) e do ensino universitário (até 1.800), uma situação nova que tem de ser estudada, designadamente ao nível da gestão do espaço comum.

O projecto inclui áreas académicas e desportivas, como uma piscina, um anfiteatro, auditórios, cantina e alojamento para 128 alunos e 17 professores, além de uma capela, cantina, e parque de estacionamento.

A obra está orçada em 520 milhões de patacas. O projecto inclui financiamento através da Fundação Macau (150 milhões de patacas), da Direcção dos Serviços de Educação e Juventude – neste caso para a vertente de ensino secundário – e de investidores privados.

One comment

  1. INFLUÊNCIA DO AMBIENTE NA A.M.L. (ÁREA METROPOLITANA DE LISBOA) SOBRE A SELECÇÃO DA PEDRA CALCÁRIA DE LIOZ
    Descrição no livro:
    O presente estudo, resulta da adaptação de uma tese de mestrado, apresentada junto da Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, no âmbito do Curso de Mestrado em Tecnologia da Arquitectura e Qualidade Ambiental, realizado entre 1993 a 1994. Visa essencialmente determinar os motivos históricos, compreendidos no período da alimentação da economia Portuguesa, pelo ouro derivado da colónia do Brasil, e viabilidade funcional no uso, que levaram à preferência na adopção da pedra calcária de lioz, para fazer face às características do ambiente na A.M.L. (Área Metropolitana de Lisboa), aponta similarmente precauções a ter na sua utilização e aplicação construtiva. Tendo como base a selecção de quatro localidades para amostras, expostas ao mar, interior urbano e rural, identificando as patologias e razões do seu desenvolvimento, fornecendo também indicações para as contrariar. Finalizando com o estabelecimento de um nível de ponderação de importância a dar, nas suas propriedades físicas e químicas, no sentido de proporcionar um método de selecção deste tipo de pedra, na substituição em edifícios existentes, tirando proveito desses parâmetros para servirem ao mesmo tempo, na selecção da pedra calcária de lioz, na construção de novos edifícios.

    Edifícios analisados: Palácio Ratton em Lisboa, Torreão Oriental da Praça do Comércio em Lisboa, Igreja de Nossa Senhora da Consolação em Arrentela e Igreja da Nossa Senhora do Monte Sião em Amora.

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