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A mudança, segundo Melinda Chan

Setembro 14, 2009

É pela mudança que está a lista de Melinda Chan, mulher do empresário David Chow, que recebe deste testemunho político. A cabeça-de-lista da Aliança P’ra Mudança tem-se manifestado por reformas nos sectores da saúde e educação. Quanto à reforma do sistema político, esta deve ser gradual. Para a lista número 5, os eleitores da RAEM ainda não estão preparados para o sufrágio directo e universal.
A Aliança P’ra Mudança, liderada por Melinda Chan, insiste na reforma educativa e do sector da saúde como principais linhas de força da plataforma política onde se contam como candidatos, além da empresária, um médico e uma enfermeira, um professor e uma assistente social.
Para a saúde, entre as propostas defendidas está a criação de uma comissão independente com funções equiparáveis à de uma ordem profissional, qualificada para reconhecer a actividade dos médicos do território, supervisionar a formação e regular também o sector.
À semelhança de outras formações candidatas às eleições de dia 20, a lista número 5 também tem vindo a defender a construção de um novo hospital na RAEM, e caso chegue ao hemiciclo promete lutar por bandeiras como o recrutamento de mais especialistas em medicina no exterior e maior formação para os profissionais locais.
Na educação, a Aliança P’ra Mudança entende no seu programa ser necessários “impulsionar a reforma educativa e formar talentos e inovadores e críticos”. Ao longo da campanha eleitoral, a cabeça-de-lista que recebe o apoio da Associação Promotora do Desenvolvimento de Macau (APRODEM) tem vindo a salientar a necessidade de promover a criatividade no ensino e de aproximar mais os níveis de ensino secundário e universitário.
No que toca à reforma política, têm sido várias as listas a defender soluções para o alargamento da participação dos eleitores. A solução da lista de Melinda Chan passa por um aumento gradual do número de deputados eleitos pela via directa na Assembleia Legislativa, em consonância com o que prevê a Lei Básica da RAEM.

Sem calendário de reforma política

A Aliança P’ra Mudança não propõe porém qualquer meta para o sufrágio universal. Em entrevista recente à revista Macau Closer, Melinda Chan afirmava entender que os eleitores locais ainda não estão preparados para o sufrágio directo e universal. “Julgo que a população de Macau não tem maturidade suficiente”, declarou na entrevista, afirmando ser necessário melhorar os padrões de educação no território para que a população possa ser chamada a ter uma participação mais directa na escolha dos seus governantes.
Fundadora da Associação de Beneficiência Sin Meng, a número um da Aliança P’ra Mudança e os restantes candidatos da formação prometem também, caso sejam eleitos, lutar por melhorias na assistência social e no apoio aos jovens – com enfoque sobretudo na prevenção da toxicodependência.
A Aliança P’ra Mudança está também pela defesa dos interesses dos trabalhadores locais, fomento da construção de equipamentos turísticos e diversificação do sector industrial, bem como pelo incentivo às indústrias criativas.
Entre as linhas de força do programa da lista 5 encontra-se também o objectivo de promover o reforço da harmonia entre as culturas ocidental e oriental.

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