DSC aplica medidas de prevenção da gripe no estabelecimento prisional

Para prevenir um quadro de gripe colectiva ou de outras doenças contagiosas nos reclusos, a Direcção dos Serviços Correccionais (DSC) diz estar a aplicar várias medidas, “como testar o procedimento de informação sobre ‘gripe colectiva’ dos reclusos, ‘áreas de quarentena’, curso de formação sobre a prevenção e controlo de doenças contagiosas, e simulação contra-motim e escolta na área de quarentena”. As medidas visam fortalecer a capacidade de intervenção dos trabalhadores num cenário de surto.

De acordo com informação veiculada pela DSC, e para que, em caso de surto, os trabalhadores possam acompanhar em tempo oportuno os casos, evitando a propagação da gripe dentro das zonas prisionais, “o Estabelecimento Prisional de Coloane organiza a observação clínica de 21 dias para os reclusos recém-entrados, no sentido de confirmar estes não serem infectados por doenças contagiosas; bem como a organização de palestras sobre a prevenção de doenças contagiosas para os reclusos e a desinfecção diária das instalações e equipamentos”.

Por outro lado, garante o organismo, o Estabelecimento Prisional tem procedido anualmente à simulação da ocorrência de gripe colectiva nas zonas prisionais, o que inclui “a medição de temperatura do corpo dos reclusos, recolha de dados dos casos de gripe e examinação do procedimento de informação”, dados que são submetidos a uma análise sistemática. Segundo explica a DSC, no caso de existir sinal da ocorrência de gripe colectiva, este é comunicado aos Serviços de Saúde e os reclusos infectados são isolados para tratamento. O organismo diz ainda ter procedido, em Maio último, à examinação deste ano, por um período de sete dias,  não tendo sido verificado sinal de gripe colectiva.

A Direcção dos Serviços Correccionais acrescenta ainda que organiza anualmente, junto dos trabalhadores, palestras sobre doenças infecto-contagiosas, “dando-lhes a conhecer melhor as vias de transmissão e medidas de prevenção das diferentes doenças infecto-contagiosas, bem como cursos de formação para reforçar o uso do vestuário e equipamentos de protecção”.

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