Taxa de desemprego foi de dois por cento no segundo trimestre

No final do mês passado, havia em Macau 7900 pessoas desempregadas, mais três centenas do que as que foram registadas em Março. No segundo semestre do ano, a taxa de desemprego fixou-se nos dois por cento, mas entre os residentes o registo é mais expressivo, atingindo os 2,7 por cento.

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A taxa de desemprego entre Abril e Junho deste ano foi no território de dois por cento, um valor ligeiramente acima dos 1,9 por cento registados no mesmo período do ano passado, indicam dados oficiais divulgados esta quinta-feira.

De acordo com os Serviços de Estatística e Censos (DSEC), a taxa de desemprego entre os residentes foi mais elevada, fixando-se nos 2,7 por cento. O registo revela, ainda assim, uma contracção de 0,1 pontos percentuais em termos trimestrais.

No final do mês de Junho, a população activa era de 390 200 pessoas, das quais 382 300 se encontravam a trabalhar. O número de residentes empregados atingiu 281 mil indivíduos, número que esconde um aumento da empregabilidade na ordem dos seiscentos postos de trabalho.

Do total dos quase 645 mil habitantes de Macau, 7.900 encontravam-se desempregados no primeiro trimestre. O número esconde um aumento absoluto da ordem das três centenas de pessoas face ao período transacto. Destas, 10,8 por cento procuravam o primeiro emprego, um fasquia que revela um crescimento de 1,8 pontos percentuais em termos anuais homólogos.

A mediana do rendimento mensal fixou-se em 15 mil patacas, sendo superior para os residentes de Macau, que auferiram em média, entre Abril e Junho, 18 mil patacas. Os valores são iguais aos registados em igual período do ano passado.

A Direcção dos Serviços de Estatísticas e Censos destacou, em particular, o sector das lotarias, outros jogos de aposta e actividades de promoção de jogos, com uma mediana do rendimento mensal de 19 mil patacas e o da construção, de 15 mil patacas, ambos inalterados em termos anuais.

Os ramos da hotelaria, restauração e similares e do comércio por grosso e a retalho continuam a ser os que mais postos de trabalho representam, ainda que as perspectivas de futuro sejam substancialmente divergentes entre ambos os sectores: entre Abril e Junho, o número de empregados dos hotéis, restaurantes e similares foi de 55 400, um número que esconde a criação de 1600 novos empregos em termos trimestrais. Já o comércio por grosso e a retalho empregava no final de Junho 46 900 trabalhadores, menos meio milhar do que os trabalhavam no sector no final de Março.

 

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