Um roteiro para dominar o mundo. A China quer ser líder no campo da Inteligência Artificial

Governo Central considera a inteligência artificial como uma das chaves que é necessário dominar para que o país se torne uma potencia económica. As autoridades do Continente querem que a China lidere no campo da Inteligência Artificial até 2030, com o desenvolvimento de soluções no âmbito da indústria e da planificação urbana, mas também no domínio militar.

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O Governo da República Popular da China lançou um plano para converter o país em líder no campo da Inteligência Artificial (IA) até 2030, visando aplicar aquela tecnologia na indústria, planificação urbana, agricultura ou defesa do país, informou na sexta-feira passada a imprensa oficial.

A estratégia, aprovada pelo Conselho de Estado chinês, estabelece que a produção de tecnologia classificada como “inteligência artificial” alcançará os 147.000 milhões de dólares, em 2030.

Isto colocará a República Popular da China “ao nível dos países líderes neste sector e na sua aplicação”, aponta o jornal oficial Diário do Povo. Segundo a consultora PricewaterhouseCoopers, este plano poderá contribuir para um aumento de 26 por cento no Produto Interno Bruto da China, a segunda maior economia do mundo.

O anuncio levou a que as acções de empresas que operam com Inteligência Artificial subissem 1,25 por cento, na bolsa de Xangai, a principal praça financeira do país, informou a agência noticiosa oficial Xinhua.

Nos últimos meses, a imprensa chinesa difundiu várias notícias sobre inteligência artificial, como o desenvolvimento de veículos sem condutor ou robôs.

Os líderes chineses consideram a Inteligência Artificial como a chave para tornar a China uma “potência económica”, afirma um comunicado do Conselho de Estado.

A Inteligência Artificial é uma das áreas emergentes, junto com as energias renováveis, a robótica e os carros eléctricos, em que a República Popular da China quer assumir a liderança, visando transformar o país numa potência tecnologia, com capacidades nos sectores de alto valor agregado, de acordo com o plano “Made in China 2025”.

As fábricas do país têm-se automatizado rapidamente, de forma a enfrentar a subida dos custos laborais e aumentar a eficiência.

 

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