Economias em vias de desenvolvimento vão crescer 5,9 por cento

O prognóstico foi ontem avançado pelo Banco Asiático de Desenvolvimento. O organismo, com sede em Manila, estima que as economias dos países em desenvolvimento do continente asiático devem crescer em conjunto 5,9 por cento este ano. O aumento das exportações justifica, no entender do Banco Asiático de Desenvolvimento, as previsões em alta.

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Os países em desenvolvimento da Ásia vão alcançar em conjunto um crescimento económico da ordem dos 5,9 por cento este ano, disse ontem o Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD) que reviu duas décimas em alta o seu anterior prognóstico para a região.

O banco multilateral com sede na capital das Filipinas, Manila, atribuiu o avanço a “uma procura de exportações mais forte do que o esperado no primeiro trimestre”, o que permitiu “aumentar as perspectivas de crescimento para o resto do ano de 2017”, segundo um relatório publicado esta quinta-feira.

Para 2018, o BAD previu uma subida menor, de uma décima até 5,8 por cento, o que justificou com uma “visão cautelosa” em relação à sustentabilidade do ‘boom’ exportador nos 45 países em desenvolvimento da Ásia e Pacífico, que acumulam mais de metade da população mundial: “Apesar das persistentes incertezas sobre a solidez da recuperação global, acreditamos que as economias da região estão bem posicionadas para fazer frente a possíveis impactos”, avaliou a organização financeira em comunicado.

O Produto Interno Bruto da China, a maior economia da Ásia, vai avançar 6,9 por cento este ano, duas décimas acima da previsão anterior do BAD formulada em Abril, e no caso da Índia o prognóstico é de que se mantenha nos 7,4 por cento.

Os países da Ásia Oriental vão crescer em conjunto cerca de 6 por cento este ano, em comparação com a anterior projecção de 5,8 por cento.

O prognóstico para o sudeste asiático mantém-se nos 4,8 por cento, apesar da “aceleração do crescimento da Malásia, Filipinas e Singapura”, de acordo com o relatório.

Na Ásia Central, a “recuperação de alguns países da região” vai permitir um avanço de 3,2 por cento este ano, uma décima mais do que a anterior estimativa do BAD, criado em 1966 com o objectivo de reduzir a pobreza na Ásia e Pacífico, e promover o crescimento sustentável e a integração económica.

 

 

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