“Desprogramar” para procurar o propósito de vida. Uma viagem de libertação pelo Sudeste Asiático  

 

Os fundadores da iniciativa “Sacred Place” vão regressar a Macau em Outubro, depois de um seminário de “auto-empoderamento” que decorreu no fim-de-semana passado em Cheoc Van. A Pousada de Coloane foi o local escolhido para albergar o curso, que à procura de um propósito de vida, um princípio de “desprogramação” face à rotina e as exigências do quotidiano. O certame vai decorrer entre 30 de Setembro e 9 de Outubro.

 

Susana Norte e Luke Hancock estiveram em Macau no último fim-de-semana para conduzir um seminário sobre “auto-empoderamento”. Em Outubro, a conselheira espiritual e o “life coach” vão regressar para orientar um curso de 10 dias sobre “desprogramação” e propósito de vida na Pousada de Coloane. Em entrevista ao PONTO FINAL, os fundadores da iniciativa “Sacred Place” abordaram os locais por onde passaram desde o momento em que decidiram abandonar os quase 20 anos acumulados de carreira no mundo empresarial. O Brasil e a Índia foram os primeiros destinos escolhidos mas não seria até regressarem a Londres – onde viviam sem nunca se terem encontrado – que acabariam por se conhecer.

A iniciativa “Sacred Place” era um projecto que ambos transportavam dentro deles mesmos, mas que apenas começou a ganhar nome e forma quando as suas vidas se cruzaram. O casal encontra-se actualmente a residir no Laos, onde comprou um terreno que, no futuro, se vai transformar num centro para retiros espirituais. Até lá –  e mesmo depois – Luke e Susana vão continuar a levar o seu curso de “auto-empoderamento” por várias cidades do Sudeste Asiático, realidade geográfica a que chamam casa há já quatro anos. 

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Cada um de vós tem quase 20 anos de experiência no mundo empresarial. O que é que aconteceu de tão extraordinário nas vossas vidas para quererem deixar tudo isso para trás?

 

Luke Hancock: Eu trabalhei quase 18 anos em televisão e informática e este era um mundo bastante atractivo porque eu tinha um bom salário, um BMW, todas as coisas que são desejadas numa corporação multinacional. Eu era responsável pelo departamento de informática e lidava com grandes contas, com cartões Visa, MasterCard, grandes clientes. Uma noite, em Novembro de 2006, eu vim-me abaixo e comecei a chorar e a gritar. Eu estava em casa, era um sábado à noite, e basicamente estava a dizer a mim mesmo, a tudo o que me estivesse a ouvir que eu não queria mais esta vida, já chegava. Se isto era tudo o que eu ia ter, então eu já não estava interessado. Após essa noite tomei a decisão de ouvir a minha intuição nas pequenas coisas, como o que pedir num restaurante ou em que direcção seguir quando estou a andar na rua. Não ia voltar a sabotar a minha intuição e esta foi uma decisão chave para mim. A partir deste momento passei a tomar decisões diferentes, decisões em linha com o meu coração. Assim que comecei a tomar decisões baseadas na minha intuição comecei a seguir uma direcção diferente e decidi ir para o Brasil durante três semanas e no Brasil eu conheci uma pessoa com quem falei bastante e foi aí que decidi ir viajar e abandonar a minha carreira. Em 2008, deixei tudo para trás e fui viajar e este foi o início do fim daquele capítulo.

 

Susana Norte: Eu estava a trabalhar em gestão de retalho para indústrias de moda como a “Diesel” e a “French Connection” no Reino Unido. Nestas empresas, para as quais trabalhei, estava extremamente desiludida com a estrutura e o ambiente em que os lucros vinham em primeiro lugar em detrimento das necessidades humanas. Eu estava mesmo infeliz em ver as falhas que existiam nestas empresas e a falta de apoio em termos de desenvolvimento pessoal ou até no simples apoio aos funcionários. Como gestora eu era responsável não apenas por gerir o negócio, mas também por gerir os funcionários. Eu sentia nos meus ombros o peso da responsabilidade, que devia vir da empresa em providenciar melhor apoio aos empregados, independentemente das suas necessidades e dos problemas que estivessem a ter fora da empresa e que pudessem afectar o seu trabalho. Uma vez que estava a trabalhar com grandes equipas de cerca de 35 a 40 pessoas aconteceu-me, por várias vezes, encontrar-me em situações em que tinha que ser eu a oferecer esse apoio. E foi o que fiz. Gostei de o fazer, mas isso fez-me aperceber que este não era o ambiente onde eu queria continuar para o resto da minha vida. Também me apercebi que existiam vários clientes que vinham tão zangados com eles próprios e que usavam das desculpas mais ridículas para serem desagradáveis com os funcionários e escolhiam sempre a pessoa mais fraca, tímida e frágil para descarregar a sua raiva e fazer uma queixa. Na maioria das vezes eu estava na loja a trabalhar com os empregados e via que a culpa não era deles, mas sim do cliente que estava a ser mal-educado. No entanto, existe esta regra no mercado que diz que “o cliente tem sempre razão”. Isto é tão absurdo, tão disfuncional que o que na realidade acontece é que estamos a magoar as pessoas desnecessariamente. Isto fez-me aperceber que eu tinha muito potencial e boas capacidades, eu estava a trazer imenso dinheiro para estas empresas, mas eu sentia que o que eu tinha para oferecer a este planeta era muito maior do que estar a trabalhar naquela estrutura disfuncional que não ajuda ninguém. Houve ainda outro factor que tem a ver com o meu passado disfuncional: uma família dinâmica em que o meu pai era alcoólico e eu tinha o pior ambiente que é bastante comum em casas onde existe alcoolismo e que passa por violência doméstica. Eu cresci com isto e sabia que estes não eram os melhores modelos para uma criança crescer e eu percebi que ainda havia muito desta experiência que estava a interferir com a minha vida como adulta. Mesmo que eu tenha cortado com isto e isto já não fizesse parte do passado e eu estivesse a viver com outras regras que tinha definido para mim, eu ainda estava a ser emocionalmente afectada por aquilo pelo qual passei. Portanto, estes três factores fizeram-me abandonar tudo, na altura eu estava a viver em Londres com amigos e tinha uma vida financeiramente estabilizada mas deixei tudo isto para ir viajar pelo mundo e perceber quem eu sou e o que é suposto eu estar aqui a fazer.

 

E para onde é que decidiu ir?

 

S.N.: Antes de entregar a minha carta de demissão comecei a pesquisar para onde é que poderia ir e o que poderia fazer. Na Internet encontrei a meditação “Vipassana” e percebi que precisava de algo mesmo muito, muito forte para remover todo este peso que existia na minha cabeça, todo o barulho de trabalhar tanto e ter tantas responsabilidades durantes tantos anos. Quando estava a ler o programa da “Vipassana” eu percebi que isto era mesmo forte e era o que eu realmente precisava. Passas 10 horas a meditar desde as 4h30 da manhã até as 21h30 da noite durante 10 dias. Eu comecei a viajar na Índia, onde estive durante seis meses e dois meses depois de chegar fiz a “Vipassana”, que operou uma grande mudança para mim. Desde esse dia eu deixei de comer animais, nunca mais toquei em nenhum animal até hoje e isto foi já em 2008. Deixei de fumar, deixei de beber e mudei os meus hábitos por completo. Passei a apreciar mais estar em silêncio comigo mesma e a contemplar estar na natureza.

 

 

“EM 2008 DEIXEI TUDO PARA TRÁS E FUI VIAJAR E ESTE FOI O INÍCIO DO FIM DAQUELE CAPÍTULO”

 

 

E após a viagem na Índia? Qual foi o seu percurso até se tornar uma conselheira espiritual?

 

S.N.: Eu comecei a ser conselheira espiritual no Reino Unido depois de regressar das minhas viagens, 18 meses depois, mas naquela altura eu sabia que iria voltar para o mundo empresarial porque era muito fácil para mim voltar a trabalhar…

 

L.H.: E também precisavas de dinheiro…

 

S.N.: É verdade. Depois de 18 meses, estava a ficar sem dinheiro por isso precisava de voltar. Eu não queria, mas a minha intuição – eu chamo-lhe o meu eu superior – dizia-me que eu precisava de ir e voltar a estudar. Portanto, eu regressei ao Reino Unido e candidatei-me a vários empregos e consegui um bom trabalho novamente em gestão de retalho de moda. Ao mesmo tempo comecei a estudar aconselhamento espiritual e foi nessa altura que consegui o diploma em terapias holísticas, aconselhamento espiritual, “coaching” espiritual e, desde então, nos últimos três anos tenho continuado a estudar e consegui um diploma em nutrição, detoxologia e sou especialista em perda de peso.

 

E em que altura é que vocês se conheceram?

 

L.H.: Nós fomos viajar em 2008, regressámos em 2010 e conhecemo-nos em Novembro de 2011. Três ou quatro meses depois de nos termos conhecido numa conferência descobrimos que temos valores parecidos, objectivos de vida parecidos e que queríamos sair de Londres. Na realidade nós queríamos sair da Europa e tínhamos já começado a escrever um plano de negócio para o “Sacred Place”. Portanto, nós já tínhamos uma visão clara, que desde 2011 ainda não mudou, daquilo que o “Sacred Place” é.

 

E como é que a ideia foi desenvolvida?

 

S.N.: Nós começámos a fazer muita pesquisa em diferentes áreas e também analisámos as nossas qualificações e percebemos de que forma é que se complementavam e o que mais podíamos acrescentar. A seguir, fizemos muita pesquisa sobre os países onde pensávamos que podíamos viver e sentimo-nos atraídos pela Ásia por várias razões: por termos viajado para cá antes e por sabermos o quão seguro é, o baixo custo de vida, a natureza, o clima…

 

L.H.: E nós queríamos estar num país onde a Susana fosse tratada com um ser humano igual e não inferior por ser mulher. Portanto o Sudeste Asiático foi uma escolha clara para nós. Só faltava escolher o país.

 

E depois decidiram pelo Laos. Entretanto quanto tempo já passou desde que começaram com o “Sacred Place”?

 

L.H.: O “Sacred Place” é uma ideia e um projecto. Nós já compramos uma parcela de terra onde vamos construir, mas ainda não começámos. Já estamos no Laos há dois anos e saímos [de Londres] em 2013 e depois passámos dois anos na Tailândia.

 

Procuram ajustar os cursos consoante as cidades para onde vão? Ou seguem sempre o mesmo modelo?

 

L.H.: Eu diria que é sempre o mesmo porque nós vimos de um mundo ocidental com uma cultura consumista ocidental. Quando estamos com o grupo fazemos ajustes de acordo com quem está na sala, quais os seus desafios e objectivos mas no que diz respeito aos contornos da viagem, estes são bastantes fortes e robustos mas também existe muita flexibilidade.

 

S.N.: Eu penso que esta é a magia do curso. Quando nós estamos com o grupo nós deixamos que a energia flua e conduza o curso. Nós temos uma estrutura e uma plataforma no início, meio e fim mas depois a composição que se cria tem a ver com as necessidades de cada pessoa presente no grupo. Por exemplo, se tivermos muitos casais com problemas de comunicação claro que este vai ser um dos focos e vamos permitir que estes problemas estejam mais presentes. Se estiverem presentes pessoas que queiram trabalhar as suas carreiras então nós vamos direccionar o curso nesse sentido para os ajudar a ter, no final do curso, todos os ingredientes que precisam para fazerem o que querem. Esta é a beleza do curso, claro que existe uma estrutura, mas é muito importante o que cada pessoa precisa de ter presente.

 

 

“O PROPÓSITO DE VIDA PASSA POR EXPLORAR OS VALORES PORQUE SÃO ELES QUE DÃO SENTIDO À VIDA. SEM VALORES NÓS ESTAMOS A FAZER AS COISAS APENAS PORQUE SIM MAS ASSIM QUE INTRODUZIMOS OS VALORES AS COISAS COMEÇAM A GANHAR SIGNIFICADO.”

 

 

Em que consiste cada uma das duas partes do curso de 10 dias: a “desprogramação” e o propósito de vida? Quais são os objectivos?

 

L.H.: Os primeiros dias são chamados de “desprogramação” e é quando facilitamos a remoção do lixo, de crenças indesejadas herdadas da infância, da família, da educação, da cultura que não nos satisfazem e não nos ajudam a atingir o nosso potencial máximo. Ao mesmo tempo, começamos a reconstruir a nossa fundação interior de auto-estima, amor próprio, mérito próprio e auto-confiança. Esta fundação interior tem que existir porque se não estiver lá, tu não consegues dizer que não. Para ela existir tens que dar um passo atrás [e questionar-te] sobre o que não está a funcionar. A segunda parte tem a ver com o propósito de vida, com uma exploração. Nesta altura já temos o espaço, já temos as ferramentas, os recursos e as metodologias mas não sabemos o que é que vai surgir. Nós conhecemos o processo e sabemos que isto vai revelar a pessoa que és, as tuas paixões, os teus fortes, as tuas possibilidades, os teus valores e finalmente será um exercício para descobrir o teu propósito de vida. Pode ser muito sexy saltar de imediato para o propósito de vida e perceber como é que vais salvar o mundo e isso é muito honroso e é por isso que nós aqui estamos, para fazer a nossa parte. Mas se tu não tiveres feito a primeira parte do trabalho fundacional, assim que te aparecerem obstáculos ou quando receberes a opinião das outras pessoas vai ser muito fácil desistir, procrastinar, vitimares-te em vez adoptares um pensamento flexível.

 

S.N.: A “desprogramação” aborda também como a cultura, as tradições, a educação, o sistema educativo e os nosso pais criaram na realidade limitações em nós quando éramos crianças, limitações em como nos vemos e percebemos e em como interagimos com o mundo à nossa volta. Existe sempre uma impressão que criou em nós um impacto que ainda está presente nas nossas vidas adultas, mas nós nunca fazemos essa ligação entre quem nós somos hoje em dia e a nossa infância. Por isso, os conflitos que enfrentamos actualmente nas nossas vidas, independentemente de como interagimos no nosso ambiente laboral, nas nossas relações amorosas, de como mantemos a nossa vida social, tudo está ligado à nossa infância: a “desprogramação” serve para nós percebermos isto e vermos o que temos de abandonar porque já não nos satisfaz. Nós já não somos crianças, somos adultos e temos de começar a pensar por nós próprios e começar a questionar-nos para realmente percebermos quem somos. Só assim é que podemos começar a ser adultos maturos e não crianças maturas porque existe uma grande diferença entre um adulto maturo e uma criança matura. A criança madura é aquele adulto que já assume responsabilidades, mas que não pensa por ele próprio. O adulto maturo já tem uma fundação forte e está preparado para criar, expressar, mudar e transformar. Quando removemos todo aquele lixo, aquilo que já não nos satisfaz, o propósito de vida começa a surgir. O exercício que demora mais tempo são os valores porque quando as pessoas começam a pensar sobre os seus valores é quando começam realmente a pensar e a pensar por elas próprias. São os valores que conduzem os nossos comportamentos e as nossas acções e é incrível porque a maioria dos valores que trazemos connosco não são realmente nossos, são valores que nos foram impostos pelos nossos pais porque foram eles os primeiros a educar-nos e a dizer-nos o que está certo e errado, o que devemos e não devemos fazer. É muito fácil para nós perceber as políticas da empresa para a qual trabalhamos, mas quando se trata de valores pessoais isto torna-se uma abstracção. O propósito de vida passa por explorar os valores porque são eles que dão sentido à vida. Sem valores nós estamos a fazer as coisas apenas porque sim, mas assim que introduzimos os valores as coisas começam a ganhar significado.

 

Diriam que passado algum tempo depois do curso, depois das pessoas regressarem às suas vidas, aos seus empregos, elas voltam aos padrões antigos?

 

S.N.: Essa é uma questão que nós abordamos durante o curso e remete para a responsabilidade de cada um. O que acontece é que tu removes todo esse lixo – os pensamentos e padrões de comportamento que estavam a interferir com a tua vida – e então precisas de preencher com novos padrões de pensamento. Assim, quando regressares à tua vida, estes novos padrões de pensamento e comportamento vão estar lá para te apoiar. Agora, se escolheres deixar de lado estes novos pensamentos e regressar aos mesmos hábitos então claro que vais ter a mesma vida de antes. Nós falamos sobre isto para que quando as pessoas terminam o curso sejam responsáveis por elas próprias.

 

 

“SÃO OS VALORES QUE CONDUZEM OS NOSSOS COMPORTAMENTOS E AS NOSSAS ACÇÕES E É INCRÍVEL PORQUE A MAIORIA DOS VALORES QUE TRAZEMOS CONNOSCO NÃO SÃO REALMENTE NOSSOS, SÃO VALORES QUE NOS FORAM IMPOSTOS PELOS NOSSOS PAIS”

 

 

É difícil “quebrar o gelo” inicial?  Sentem que, por vezes, as pessoas estão retraídas?

 

S.N.: Esse é um medo muito comum e que surge no início porque as pessoas estão a suportar certas coisas durante tanto tempo dentro delas mesmas que, de repente, a ideia de partilhar tudo ou apenas aquilo que quiserem pode ser assustadora. Por outro lado, as pessoas já deram o primeiro passo ao estar naquele grupo: têm as mesmas necessidades, vêm com o mesmo nível de consciencialização e a mesma vontade de partilhar, de explorar, de aprender. Nós não obrigamos ninguém porque é um processo relaxado e à medida que as pessoas aprendem ou que começamos a abordar certos tópicos elas sentem a necessidade de falar sobre isso. Assim que um começa os outros seguem e logo no primeiro dia as pessoas sentem necessidade de deitar tudo cá para fora. Porquê? Porque nunca o fizeram antes, nunca tiveram a oportunidade de falar, nunca tiveram ninguém que lhes tenha dado esse espaço, nunca tiveram essa oportunidade nas escolas, nas suas casas, com os seus amigos de ter este nível de compreensão e aceitação. Por isso, após algumas horas, o gelo começa a derreter e as pessoas começam realmente a partilhar e sentem-se aliviadas por fazê-lo e por se aperceberem que não são as únicas e que existem outras pessoas com as mesmas lutas. Uma coisa que também costuma acontecer é que as pessoas vão para o curso porque sentem que precisam de ajuda e depois, as suas vidas, as suas experiências pessoais, aquilo por que passaram é um bom exemplo para a pessoa que está ao lado delas. Dizer que temos muitos problemas é muito relativo porque depois apercebemo-nos que as pessoas à nossa frente passaram por situações dez vezes piores do que nós e ainda aqui estão.

 

L.H.: No primeiro dia nós fazemos um círculo de partilha e eu e a Susana partilhamos primeiro. Nós pomos as cartas em cima da mesa desde o início para que todos vejam aquilo por que passámos e como chegámos até aqui. Depois só é precisa uma pessoa do círculo para continuar porque depois a porta está aberta e o que acontece é que nós temos que limitar o tempo porque depois todos querem falar durante imenso tempo.

 

CVN

 

 

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