Tóquio pede a Pequim que respeite direitos humanos

 

O Governo japonês lamentou na sexta-feira a morte do dissidente chinês e Nobel da Paz, Liu Xiaobo, que faleceu na quinta-feira vítima de cancro, e apelou a Pequim para que respeite os direitos e liberdades fundamentais.

“O Japão continuará a seguir com atenção a situação dos Direitos Humanos na China”, afirmou em conferência de imprensa o porta-voz do executivo japonês, Yoshihide Suga.

Suga enviou as suas condolências à família de Liu, o mais conhecido activista chinês a favor da democracia, Nobel da Paz em 2010, que morreu enquanto cumpria uma pena de prisão de 11 anos por subversão contra o Estado.

“A liberdade, o respeito pelos direitos humanos básicos e princípios jurídicos são valores fundamentais e cremos que estes devem ser garantidos também na China”, afirmou.

A agência oficial chinesa Xinhua noticiou hoje a morte do dissidente chinês, Liu Xiaobo, sem mencionar que este foi o Nobel da Paz de 2010, e referindo-se a ele como “um condenado por subversão do poder do Estado”.

 

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