Japão executou dois condenados à morte

O Japão executou esta quinta-feira por enforcamento dois condenados à morte, naquelas que foram a 18.ª e 19.ª execuções deste governo, liderado pelo primeiro-ministro Shinzo Abe, informou o Ministério da Justiça nipónico.

O Japão é o único país industrializado, juntamente com os Estados Unidos da América, que mantém a pena de morte. A intransigência japonesa em abandonar esta prática tem sido duramente criticada por organizações de defesa dos direitos humanos como a Amnistia Internacional.

A legislação japonesa estipula que os condenados à morte devem permanecer incomunicáveis até ao momento da aplicação da pena, de que tomam conhecimento poucas horas antes de acontecer.

Em Outubro de 2016, a Federação de Advogados do Japão aprovou pela primeira vez a adopção de uma declaração contra a pena de morte no país, pedindo que seja substituída pela prisão perpétua em 2020.

O ministro da Justiça japonês, Katsutoshi Kane, já expressou publicamente a sua oposição à abolição da pena de morte, argumentando que, de acordo com sondagens, mais de 80 por cento dos japoneses é a favor da pena capital, apesar de algumas organizações duvidarem da metodologia dos questionários.

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