Festival de Críquete regressa com equipas de Guangzhou e Hong Kong

Ao fim de cinco anos, a Associação de Críquete de Macau conseguiu novamente reunir as condições para organizar um torneio de um dia, que vai ser realizado a 23 de Julho, na escola Hou Kong. O evento conta com equipas de Macau, de Guangzhou e da vizinha Região Administrativa Especial de Hong Kong.

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João Santos Filipe

Após cinco anos de incerteza, o Festival de Críquete de Macau está de regresso e conta com a participação de oito equipas: três do território, três de Hong Kong e duas da cidade de  Guangzhou. O evento vai ser realizado na escola Hou Kong, a 23 de Julho, e o presidente da Associação de Críquete de Macau, Adnan Nasim, confessou ao PONTO FINAL a alegria de voltar a poder promover este torneio.

“Felizmente, passados cinco anos, voltamos a reunir as condições para organizar o torneio. O nosso objectivo é que o evento agora se volte a repetir todos os anos, até porque sentimos que existe interesse por parte dos praticantes”, disse, ontem, Adnan Nasim, a este jornal.

“Em Março deste ano já houve um torneio em Macau, que mobilizou principalmente as comunidades britânica e australiana. Agora, vamos ter este torneio e mais perto do final do ano ainda esperamos que possa haver outro. Era importante consolidar este calendário com três torneio por ano e esperamos que isso ponde acontecer”, admitiu.

Depois do evento ter começado a ser divulgado, as oito vagas disponíveis foram rapidamente ocupadas. De acordo com Adnan, foram muitas as equipas das regiões vizinhas que mostram interesse no evento. Contudo, explicou o dirigente, neste momento não há condições para aceitar mais do que oito formações.

Sobre a falta de condições que impediram que o torneio se disputasse durante cinco anos, o presidente da Associação de Críquete de Macau apontou como justificações a ausência de campo, os elevados preços cobrados, e ainda o facto de muitos praticantes da modalidade terem deixado o território: “A maioria dos nossos jogadores vêm de locais como a Índia, o Paquistão, o Bangladesh ou o Sri Lanka, onde o desporto é muito popular, mas com o desenvolvimento das regiões à volta de Macau muitos foram transferidos pelas empresas para outros locais como as Filipinas. Isso reduziu o número de jogadores radicados em Macau”, explicou.

No entanto, a situação foi ultrapassado há cerca de dois anos, e actualmente os praticantes juntam-se de forma regular à sexta-feira à noite, ou no domingo de manhã para jogarem críquete. O número de jogadores que aparece varia entre os 35 e os 15, dependendo dos tempos livros dos membros da associação, que normalmente trabalho por turnos.

A competição vai começar às 09h00, no domingo, e as oito equipas vão ser distribuídas por dois grupos. Os dois primeiros classificados de cada grupo seguem depois para as meias-finais. A final está agendado para as 18h00, com a entrega de prémios a decorrer às 19h00.

 

 

 

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