Benfica de Macau assina “dobradinha” com goleada por 8-1

Uma vitória por 8-1 no Sábado valeu ao Benfica a conquista da Taça de Macau e a “dobradinha”, depois das águias terem conquistado a Liga de Elite no início do mês. Para o técnico Henrique Nunes, a equipa fez uma das melhores exibições da temporada.

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João Santos Filipe

O Benfica conquistou a Taça da Associação de Futebol de Macau, no sábado, depois de ter derrotado o Monte Carlo por 8-1, no Estádio da Universidade de Ciência e Tecnologia. Com este resultado, os encarnados garantiram igualmente a “dobradinha”, depois de terem alcançado o tetra-campeonato no início do mês.

Com a formação orientada por Henrique Nunes a entrar desfalcada devido ao castigo de Edgar Teixeira, a uma lesão de Bernardo Marques e ainda às ausências do território de Rafa e Amâncio, esperava-se uma tarefa complicada para a formação encarnada. Contudo, um golo madrugador acabou por deixar o onze “canarinho” desnorteado.

Logo no primeiro minuto, Pang Chi Hang arrancou no flanco direito do ataque e cruzou a meia altura para a área do Monte Carlo, onde surgiu ao segundo poste Lee Keng Pan. O jogador do Benfica não facilitou e com o pé direito desvio para o primeiro golo da partida.

Aos 36 minutos, o desnorte da turma orientada por Cláudio Roberto Silveira tornou-se ainda mais evidente. Mais uma vez Pang Chi Hang cruza na direita do ataque, e encontra no centro da área Lei Kam Hong, que, com muito espaço, rematou para o dois a zero.

Depois de sofrer o segundo tento, o Monte Carlo sofreu mais dois golos de rajada, por intermédio de Lee Keng Pan, que bisou, e de Nicholas Torrão. Foi com uma vantagem de quatro golos que o Benfica chegou ao intervalo.

No segundo tempo, os “canarinhos” procuraram reagir, mas foi Carlos Leonel, que entretanto entrou na partida, quem marcou o 5-0, e minutos depois, aos 78 foi a vez de Ethan Lay dilatar para 6-0.

O golo de honra do Monte Carlo chegou por intermédio de Keverson Santana. O brasileiro marcou um livre de forma exemplar e bateu o guarda-redes Batista, fazendo o 6-1. Até ao final, Vinício Morais Alves (81) e Nicholas Torrão (86) acabariam por estabelecer o 8-1 final.

“Fomos felizes também porque fizemos o golo muito cedo e talvez esse golo tenha criado alguma intranquilidade ao Monte Carlo, enquanto a nós, deu-nos confiança. Tivemos a nossa equipa, toda ela sem excepção, a funcionar muito bem”, disse Henrique Nunes, treinador das águias, ao PONTO FINAL. “Provavelmente em termos físicos e psicológicos, o Monte Carlo não correspondeu ao que todos esperávamos”, acrescentou.

O treinador mostrou-se igualmente muito satisfeito por ter sido a primeira vez que conquistou o troféu em Macau. O veterano técnico encarnado destacou a forma como o Benfica lidou com as ausências de jogadores importantes: “Fizemos uma belíssima época e estivemos melhor do que na temporada passada. Curiosamente, o resultado até poderia ter sido mais volumoso, porque tivemos boas situações para concretizar e tivemos dois golos anulados, e um deles é muito mal invalidado”, sublinhou.

Ao PONTO FINAL, Henrique Nunes reiterou a possibilidade de continuar ao serviço do Benfica na próxima época, desde que os tetracampeões do território não abram mão da participação na Taça AFC: “Não está nada decidido. Há uma decisão da minha parte: se o Benfica participar na AFC vai haver condições para a minha continuidade. Se o Benfica não conseguir ir à AFC, termina o meu trabalho em Macau. Volto para Portugal”, admite.

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