RAEHK: Fosso entre ricos e pobres atinge nível histórico

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Ex Cairns to the Courier Mail **ONLY**, 22.06.2009. Life In A Cage – Pics by Brian Cassey , The city of Hong Kong is acknowledged as one of the richest in the world with more than 40 billionaires and more Louis Vuitton shops than Paris. What is not acknowledged is that Hong Kong’s poor – and the numbers are mounting rapidly as cheaper labour arrives from mainland China – are living in conditions far worse than even the infamous slums of Mumbai. Around ten thousand people are living in ‘cage homes’ and ‘cubicle cage homes’ just a few metres from glitzy five star hotels. The cages, which are rented out by unsrupulous landlords for about US$200 a month – measure just six feet long by two and a half feet wide are are stacked three high and up to twenty to each room. With the the decline of the Worlds economy and influx of cheaper labour it is feared that the number of ‘cage homes’ in the former British colony will rise sharply. In pic but now his whole life is the 6 foot by 2 and a 1/2 foot cage in the middle of this stack of three in a room shred by eleven other ‘cage people’ in Mongkok Hong Kong – just a stones throw from five star hotels. PIC: by BRIAN CASSEY – ONE TIME USE – COURIER MAIL ONLY

Hong Kong assinalou os 20 anos de retorno à China com o maior fosso entre ricos e pobres em quase meio século e com perto de um milhão de pessoas na pobreza. Quem sobrevive com magros subsídios e sem pensão de reforma teve, no fim-de-semana, poucos motivos para celebrar.

O coeficiente de Gini – indicador utilizado para medir o índice de desigualdade – subiu para o valor mais elevado em 46 anos, fixado em 0.539, numa escala de zero a um, em que o zero representa a igualdade. Os dados referentes a 2016 – divulgados este mês – indicam que 10 por cento das famílias mais ricas, com uma mediana salarial na ordem dos 112.450 dólares de Hong Kong, ganhavam 44 vezes mais do que 10 por cento dos mais pobres, com 2.560 dólares de Hong Kong.

O governo atribuiu a disparidade crescente ao aumento de pequenos agregados familiares e ao impacto adverso do envelhecimento da população, cujo número de idosos – fixado em 1,16 milhões – aumentou 2,6 por cento em cinco anos, correspondendo a 15,9 por cento da população total.

Com 7,3 milhões de habitantes, o centro financeiro que se mantém na liderança das economias mais livres do mundo esconde por detrás dos arranha-céus uma elevada desigualdade, e graves problemas de habitação, cujos preços superam largamente os vencimentos. O salário mínimo na antiga colónia britânica é de 34,5 dólares de Hong Kong por hora.

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