Marcha solidária vai angariar fundos para o Rotary Club e o Centro do Bom Pastor

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A edição de 2017 do “Macau Eco TrailHiker” faz-se à estrada a 4 de Novembro e este ano o Rotary Clube de Macau e o Centro do Bom Pastor são as instituições apoiadas pelos organizadores da marcha ecológica. Robert Kirby, director do “TrailHiker” espera cerca de 2200 participantes, numa iniciativa que deverá envolver uma equipa de 250 voluntários.

 

Já tem data, a edição de 2017 do “Macau Eco TrailHiker”. A marcha solidária, que contempla uma faceta solidária, realiza-se a 4 de Novembro e as inscrições para o certame estão desde ontem abertas. Os organizadores da iniciativa de beneficência  elegeram como instituições a apoiar o Rotary Clube de Macau e o Centro do Bom Pastor, entidades para as quais deverá reverter na totalidade o dinheiro angariado com as taxas de inscrição dos 2200 participantes que a entidade organizadora da prova espera atrair.

Com o propósito de promover o espírito de equipa, a organização aceita apenas inscrições de formações compostas por quatro membros, num evento que contempla duas modalidades competitivas e outros tantos níveis de exigência: a “Corrida Familiar e Divertida” volta este ano a cobrir dez quilómetros e o “Desafio Empresarial” trinta, sendo que a idade mínima dos participantes em cada uma das provas é de oito e 16 anos, respectivamente.

A promoção da actividade desportiva e de práticas amigas do ambiente foi o ponto central do discurso de Robert Kirby, director da “Macau Eco TrailHiker”, na cerimónia de lançamento da iniciativa, que ontem decorreu no hotel MGM Macau. Kirby anunciou que este ano os certificados da corrida entregues aos participantes vão ser electrónicos e que ao longo do percurso vão ser colocadas placas de sinalização temporárias para reduzir a utilização de plástico.

O responsável pelo evento referiu ainda que apesar de a partida e a meta terem sido movidas para o novo MGM Cotai – a MGM, recorde-se substitui a Sands China como patrocinador principal –  o percurso do “TrailHiker” mantém-se praticamente igual ao dos anos anteriores. Grant Bowie, presidente executivo da MGM China Holdings, sublinhou o carácter comunitário da iniciativa e espera que esta constitua uma “oportunidade para providenciar tempo de qualidade ao ar livre”.

O Centro do Bom Pastor e o Rotary Club de Macau vão estar representados na caminhada e já decidiram onde vão aplicar os fundos que irão receber. A representação local do movimento rotário internacional vai investir nos projectos que desenvolve com portadores de deficiência e que envolvem crianças, mas também deficientes em idade adulta. Já o Centro do Bom Pastor vai aplicar os donativos nas operações de gestão quotidiana das instalações onde recebe mulheres vítimas de violência doméstica, de tráfico humano, grávidas ou mães solteiras e os seus filhos.

Este ano, além de aceitar inscrições de residentes de Macau, a organização alargou a participação na caminhada a residentes de Hong Kong, da China Continental, da Malásia, de Taiwan e de outros territórios e países da região. Ao longo dos últimos sete anos, o “Macau Eco TrailHiker” angariou mais de 2 milhões e 200 mil patacas para as organizações de caridade e beneficência do território. Nas sete edições da caminhada participaram já mais de 10 mil atletas, com os números a crescer dos 560 registados na primeira edição do certame até aos dois mil que participaram em 2016. No ano passado, as 400 mil patacas angariadas foram doadas ao Rotary Clube de Macau e à representação local da Richmond Fellowship.

 

CVN

 

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