Atleta de artes marciais desaparecido em Hong Kong encontrado em hospital de Macau

Li Bo-lun, de 31 anos, é um dos praticantes de kung fu que participam nos espectáculos que simulam cenas dos filmes de artes marciais organizados pela empresa de teleféricos Ngong Ping 360, na Ilha de Lantau, em Hong Kong. Desaparecido desde 4 de Junho, Li foi encontrado em estado de coma num hospital de Macau. O nome do estabelecimento hospitalar não é conhecido.

1.Foto SCMP

Um atleta de artes marciais, originário da vizinha Região Administrativa Especial de Hong Kong, foi encontrado em estado de coma num hospital em Macau, de acordo com a informação avançada no sábado pelo South China Morning Post. O nome do hospital em Macau não é avançado pelo maior diário em língua inglesa da antiga colónia britânica.

Li Bo-lun, de 31 anos, atleta de artes marciais e funcionário da empresa de teleféricos Ngong Ping 360, na Ilha de Lantau, foi visto pela última vez por colegas na noite de 4 de Junho.

A família apresentou queixa às autoridades policiais da vizinha RAEHK, depois de ser informada pelo supervisor de Li, a 5 de Junho, que este não se havia apresentado ao trabalho.

“Li foi encontrado num hospital de Macau, em coma. O seu empregador – o Centro Profissional de Artes Performativas de Hong Kong – já entrou em contacto com a família para prestar assistência”, disse um porta-voz da operadora de teleférico, citado pelo South China Morning Post.

O Centro Profissional de Artes Performativas de Hong Kong é uma empresa de produção de espectáculos que realiza actuações diárias no “Stage 360”. O centro de espectáculos ​​da companhia que opera o teleférico oferece uma série de serviços de entretenimento na ilha de Lantau. O projecto “Stage 360” apresenta actuações com temas baseados em filmes de artes marciais, que simulam a acção de conhecidas produções de cinema de Hong Kong, mostrando fora de tela e diante dos espectadores, truques e efeitos especiais com recurso a cabos de aço e outros artifícios altamente técnicos geralmente usados por detrás das câmaras.

“O meu filho está seguro agora, temos muitos problemas para resolver no momento”, disse o pai Li Kwok-keung por telefone, citado pelo diário de Hong Kong.

A família de Li apelou ao público para obter informações do paradeiro do atleta através da página do Facebook. Os pais estavam esperançados em obter alguma informação a partir dos registos das autoridades de migração das entrada e saídas de Hong Kong, pois suspeitavam que o filho poderia ter atravessado a fronteira, de acordo com o pai.

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