Associação quer mais apoio para as entidades clínicas privadas  

 

 

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A Associação de Intervenções Cardiovasculares de Macau quer que o Governo acelere o processo de criação de um sistema de certificação de especialistas, agora que o Regime Jurídico do Erro Médico já se encontra em vigor há quase cinco meses.

Em declarações à emissora em língua chinesa da Rádio Macau, o presidente do organismo, Tang Sek Wai, instou o Executivo a avançar com políticas que permitam que os especialistas clínicos do território reforcem competências na área em que se especializaram. O dirigente quer ainda que o Governo mobilize recursos e abranja num eventual plano de fomento à especialização também os profissionais de saúde do sector privado. A médio e longo prazo a medida, defende Tang Sek Wai, iria permitir aliviar a pressão a que está sujeito o corpo clínico do Centro Hospitalar Conde de São Januário, ao mesmo tempo que beneficia os pacientes e impulsiona o desenvolvimento da ciência e das competências médicas no território.

O presidente da Associação de Intervenções Cardiovasculares de Macau espera que o Governo mostre disponibilidade para, pelo menos, discutir uma tal possibilidade com agentes e organizações do sector privado.

Aos microfones da emissora em língua chinesa da Rádio Macau, Tang Sek Wai defendeu ainda que o Executivo deve ponderar também a partilha de recursos com as entidades privadas do território, nomeadamente no que diz respeito aos registos médicos e às fichas clínicas. A criação de uma base de dados centralizada a que todos os profissionais de saúde possam ter acesso, defende o dirigente associativo, dá um contributo válido para o combate ao desperdício no sector da saúde, ao permitir, por exemplo, que os pacientes tenham de se submeter desnecessariamente a mais do que uma bateria de exames para fazer face a um mesmo problema.

Tang Sek Wai quer ainda que o Executivo se mostre disponível para rever o sistema de referenciação dos pacientes, de forma a garantir que os pacientes que possam ser tratados por especialistas locais não sejam enviados para fora do território. O presidente da Associação de Intervenções Cardiovasculares de Macau considera que as medidas por si elencadas à Ou Mun Tin Toi poderão contribuir para um melhoria, a médio e longo termo, do corpo clínico das entidades de saúde privadas de Macau.

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