Ella Lei questiona Executivo sobre actualização das estratégias de prevenção da luta contra a SIDA  

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Ella Lei endereçou uma interpelação escrita ao Governo para perceber se a Comissão de Luta Contra a SIDA tem assegurado a prestação de serviços de apoio aos residentes infectados, bem como a toxicodependentes. A deputada questionou ainda que mecanismos de acompanhamento para cidadãos com doenças infecto-contagiosas têm sido colocados em prática, para garantir que os portadores de tais patologias se mantenham capazes de obter o apoio médico adequado. A parlamentar quer ainda saber quando será finalizada a revisão das linhas orientadoras de prevenção contra a SIDA, cuja conclusão deveria ter ocorrido já no ano passado.  O mecanismo vai agora contemplar todo o tipo de trabalhadores que contactam com situações de risco, como as forças de segurança, bombeiros ou profissionais das ambulâncias.

Ella Lei recorda, em interpelação escrita, que o Governo instituiu, em 2005, a Comissão de Luta Contra a SIDA para planificar e promover estratégias de prevenção e de controlo da doença através dos serviços públicos, associações e organizações. A deputada defende, contudo, que alguns trabalhadores do sector da saúde estão preocupados com o facto de que que a população infectada por vezes não tem conhecimento dos programas de apoio a que pode recorrer, sendo que alguns não o fazem por receio de discriminação social.

A parlamentar questiona, por isso, se a Comissão de Luta Contra a SIDA já fez uma revisão das medidas e serviços existentes, nomeadamente no que toca à estigmatização, “para assegurar que às populações de risco são assegurados esses serviços?”. Ella Lei Cheng I pergunta ainda “quais são os mecanismos de acompanhamento actuais para os cidadãos com doenças infecciosas, de modo a assegurar que eles ainda estão capazes de obter apoio médico apropriado e serviços para travar a disseminação para a comunidade?”.

Por último, a deputada recorda que as linhas orientadoras de prevenção da SIDA, publicadas pela comissão em 2007, não contemplam as forças de segurança e o pessoal que trabalha, por exemplo, nas ambulâncias. Em resposta a uma interpelação escrita enviada anteriormente ao Governo, os Serviços de Saúde já tinham considerado incluir todos os trabalhadores que estão em contacto com situações de risco. Pergunta, por isso a deputada: “Os Serviços de Saúde estimaram que terminariam a actualização das linhas orientadoras em 2016. Mas, até agora, ainda não vimos essas actualizações. Qual é o progresso de revisão das linhas orientadoras? Quando ficará completa e quando será anunciada ao público?”, interroga Ella Lei.

 

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