Presidente do Instituto do Desporto nega acordo com o WTCC

1.Macau GP

A Corrida da Guia é apresentada como a penúltima ronda do calendário do Campeonato Mundial de Carros de Turismo (WTCC), mas Pun Weng Kun nega a existência de um acordo. Sobre a fusão da Taça de Carros de Turismo e a prova do Road Sport Challenge, o presidente do Instituto do Desporto defendeu que os pilotos locais compreendem a decisão.

 

João Santos Filipe

joaof.pontofinal@gmail.com

 

Ainda não há acordo entre a Comissão Organizadora do Grande Prémio de Macau e os organizadores do Campeonato Mundial de Turismo (WTCC). A garantia foi ontem dada pelo coordenador da Comissão do Grande Prémio, Pun Weng Kun, quando questionado sobre o facto do Grande Prémio de Macau ser apresentado pela Federação Internacional do Automóvel como a penúltima prova do calendário da competição.

“Além da Taça Mundial de Fórmula 3 e da Taça GT não fizemos nenhum compromisso para permitir que essas corridas sejam realizadas em Macau”, afirmou Pen Weng Kun, à margem da conferência de imprensa de ontem, na qual foram apresentados os patrocinadores da prova.

“Se calhar essa competição é uma das que pretende estar em Macau. Mas a nossa Comissão tem de ponderar se as corridas são benéficas e se se enquadram nos interesses de Macau”, frisou.

Porém, após insistência dos jornalistas, o presidente do Instituto do Desporto admitiu que “houve contactos com essa associação [organizadores do WTCC]”.

Pun Weng Kun abordou igualmente a decisão de fundir as corridas da Taça de Carros de Turismo com a prova do Road Sport Challenge. O coordenar da Comissão do Grande Prémio explicou que foi uma decisão tomada para “elevar a qualidade” do fim-de-semana de corridas: “Acreditamos que [a decisão] vai permitir uma melhor organização. O Grande Prémio de Macau tem de ter corridas de alto nível e a participação é para pilotos com alto nível. Como os pilotos percebem perfeitamente, é necessário atingir um certo nível”, disse. “Os pilotos que querem estar nesta corrida e circuito reconhecem que é necessário um certo andamento. Eles compreendem isso”, acrescentou.

 

Orçamento ronda os 200 milhões de patacas

 

Sobre o orçamento para a 64.ª edição do Grande Prémio de Macau, Pun Weng Kun revelou que o montante ronda os 200 milhões de patacas, à semelhança do que tem sucedido nos anos anteriores.

Quem mais contribui para este montante é o Grupo Suncity, que ontem assinou o contrato como patrocinador principal,  na ordem dos 20 milhões de patacas. Entre os parceiros do Governo na organização da prova estão igualmente a Sociedade de Jogos de Macau S.A., com um patrocínio de 4 milhões de patacas, e a Companhia de Telecomunicações de Macau (CTM), que avança com um montante de cerca de 2 milhões.

 

Entre as prioridades dos organizadores volta a estar a rapidez com que se abrem as estradas ao público, após o final do fim-de-semana desportivo: “Tentamos tomar medidas para facilitar a vida à população e não causar muitos prejuízos”, sublinhou. “Vamos acrescentar mais portões móveis na pista, para facilitar a circulação e para que no fim das corridas se possa abrir as estradas imediatamente”, destacou.

O Grande Prémio de Macau vai realizar-se entre 16 e 19 de Novembro e os bilhetes foram colocadas à venda ontem. Os preços não sofreram alterações e variam entre as 50 e 900 patacas.

 

 

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