Não há residentes de Macau entre as vítimas de Manchester

A garantia foi ontem dada pelo Gabinete de Gestão de Crises de Turismo, que adiantou que continua a acompanhar a situação no terreno. Entre as 22 vítimas já confirmadas pelas autoridades britânicas não estão também cidadãos portugueses. A polícia suspeita que o atentado possa ter sido cometido por um bombista suicida. Os 14 alunos de Macau que estudam na região de Manchester estão todos bem, garantiu ainda a DSEJ.

1.Manchester-Arena

O Gabinete de Gestão de Crises de Turismo não recebeu qualquer pedido de informação ou de assistência por parte de residentes do território, na sequência do atentado que na noite de segunda-feira (início da madrugada em Macau) vitimou pelo menos 22 pessoas – na maior parte adolescentes e jovens – na Arena de Manchester.

Num comunicado enviado às redacções às primeiras horas da manhã de ontem, o organismo explica que está a acompanhar o desenvolvimento da situação no terreno, mas sublinha que, de acordo com os dados recolhidos através da indústria turística de Macau, não dispõe de indicações de que eventuais grupos de excursão do território tenham sido afectadas pelos fatídicos acontecimentos de segunda-feira.

Entre as vítimas não está também nenhum cidadão português. O Executivo de Lisboa está desde a noite de segunda-feira a acompanhar os desenvolvimentos do atentado que teve como alvo um concerto da cantora norte-americana Ariana Grande. Até ao final da tarde de ontem, o Governo de Lisboa não dispunha de indicações de que entre as 22 vítimas mortais do ataque estivessem cidadãos portugueses.

De acordo com fonte da Secretaria de Estado das Comunidades, o caso está a ser acompanhado desde segunda-feira à noite, quando ocorreu a explosão. Depois de ter dado conta da existência de 19 mortos logo após a ocorrência, a polícia britânica actualizou esta terça-feira para 22 o número de mortes decorrentes do rebentamento de um engenho explosivo na Arena de Manchester. O comandante da polícia de Manchester acrescentou ainda que 59 feridos estão a ser tratados em oito unidades hospitalares da região.

Num balanço sobre a investigação feito às primeiras horas da manhã de ontem, Ian Hopkins adiantou que a polícia acredita que o responsável pela explosão terá sido um único homem, que transportava um engenho explosivo improvisado, que detonou já depois do fim do concerto de Ariana Grande.

A polícia acredita que o autor do ataque terá morrido na explosão, tratando-se possivelmente de um ataque suicida. Em comunicado, o serviço de ambulâncias da região noroeste de Inglaterra informou ter transportado 59 feridos para oito unidades hospitalares da região de Manchester.

 

 

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