Transacções caíram no primeiro trimestre, mas preços continuam em alta  

 

 

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O regresso das receitas do sector do jogo a terreno positivo ajudou a alavancar os preços do metro quadrado, mas durante os três primeiros meses do ano, o mercado imobiliário perdeu gás face ao derradeiro trimestre do ano passado, revelou esta quinta-feira a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC) numa nota de imprensa.

Entre Janeiro e Março, foram transaccionadas 3337 fracções autónomas e lugares de estacionamento, em negócios que movimentaram um total de 17,93 mil milhões de patacas. Apesar do valor se revelar astronómico, a venda de fracções residenciais caiu 35 por cento face ao derradeiro trimestre do ano passado. Nos três primeiros meses do ano, foram comercializadas 2313 fracções autónomas com fins habitacionais, menos 1262  dos que as que foram transaccionadas entre Outubro e Dezembro do ano passado. No primeiro trimestre do corrente ano o volume de negócios relativo às transacções cifrou-se em 13,61 mil milhões de patacas, montante inferior em 41,8 por cento ao movimentado no último trimestre do ano passado.

Na nota de imprensa que enviou às redacções, a Direcção dos Serviços de Estatística e Censos sublinha ainda a queda acentuada no número de vendas das fracções autónomas ainda em fase de construção, que caiu  69,3 por cento em termos trimestrais para as 306.

No âmbito das vendas de lugares de estacionamento, a quebra também foi significativa, com o número de transacções a diminuir 38,9 por cento entre os três últimos meses de 2017 e os três primeiros meses do corrente ano.

Apesar de se ter verificado uma quebra significativa no volume de transacções, o preço médio do metro quadrado aumentou no período compreendido entre Janeiro e Março, com as fracções autónomas de edifícios em construção a serem transaccionadas em média por 129 439 patacas por metro quadrado (- 4,7 por cento) e os apartamentos já construídos a custarem em média 83 333 patacas por metro quadrado ( – 2,4 por cento).

Para o encarecimento do custo médio do metro quadrado contribuiu, sobretudo, o aumento dos preços na Península, que aumentou 4,1 por cento em termos trimestrais, para as 85 893 patacas. Na Taipa e em Coloane, onde os imóveis são, de resto, mais caros, os valores do preço médio das fracções autónomas habitacionais caiu respectivamente 8,7 e 0,9 por cento, para 97 117 patacas e para 121 921 patacas.

 

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