Trocas comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa a crescer

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As trocas comerciais entre a República Popular da China e os Países de Língua Portuguesa cresceram 43,3 por cento durante o primeiro trimestre do presente  ano face ao período homólogo de 2016, totalizando um montante de 23,98 mil milhões de dólares norte-americanos. Os números foram revelados ontem pelo Fórum de Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, que cita os Serviços de Alfândega das China.

No período assinalado, entre os países lusófonos, o Brasil foi o principal parceiro comercial da República Popular Chinesa, com as trocas comerciais entre Brasília e Pequim a ascenderem a 16,78 mil milhões de dólares norte-americanos. Desse valor, 5,62 mil milhões de dólares corresponderam a vendas efectuadas pelo Brasil à China, sendo que as compras do país sul-americano ao Império do Meio atingiram os 11,15 mil milhões de dólares norte-americanos. Estes valores representam aumentos de 32,42 por cento e 51,64 por cento, respectivamente, em relação ao período homólogo do ano passado. Nos primeiros três meses de 2016 as trocas comerciais entre a China e o Brasil tinham-se ficado pelos 11,60 mil milhões de dólares.

O segundo maior parceiro comercial da China entre os países lusófonos é Angola, sendo que as transacções entre os dois países atingiram os 5,56 mil milhões de dólares no primeiro trimestre. Desse montante, 412 milhões de dólares reportaram-se a vendas efectuadas por Angola à China e 5,18 mil milhões corresponderam a importações angolanas. Os valores representam um aumento de 19,28 por cento e 66,01 por cento, respectivamente, face ao primeiro trimestre de 2016.

Por sua vez, Portugal é o terceiro principal parceiro da República Popular da China no domínio das relações com os países lusófonos. Entre Janeiro e Março de 2017 o volume das trocas foi de 1,17 mil milhões de dólares norte-americanos, o que representa uma quebra homóloga de 5,79 por cento. Este valor ficou-se a dever a uma quebra nas exportações de Portugal para a China de 23,51 por cento, que se ficou pelos 720 milhões. Já as vendas da República Popular da China para Portugal foram de 446 milhões, o que representa um aumento de 50,48 por cento.

 

 

 

 

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