Produtos de quatro países lusófonos com acesso preferencial ao mercado chinês

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As importações para a República Popular da China oriundas de quatro países de língua oficial portuguesa – Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e Timor-Leste – vão ter impostos mais baixos, ao abrigo das novas regras de tratamento preferencial das autoridades chinesas.

As novas medidas, que entraram em vigor este mês, passaram a incluir bens cujos componentes ou materiais foram obtidos ou produzidos no Continente ou em outros países beneficiados pelo tratamento preferencial.

As empresas precisam de registar os produtos nas alfândegas chinesas e provar que este é realmente oriundo de um dos países incluídos na lista – 41 no total, indicou a revista China Briefing:

“Num mundo onde o comércio global se tornou mais complexo e altamente interdependente, é difícil produzir um produto apenas compostos por materiais de um único país”, explicou a publicação.

Pequim concede, desde 2002, incentivos no acesso ao mercado chinês de produtos fabricados nos países em desenvolvimento da África e Ásia-Pacífico com os quais mantém relações diplomáticas.

A China é o principal parceiro comercial de Angola e Moçambique e um dos principais destinos das exportações da Guiné-Bissau.

 

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