Macau recusa presidência da UCCLA por falta de informação sobre as condições do cargo

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Vítor Ramalho, secretário-geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA) disse à emissora em língua portuguesa da Rádio Macau que “compreende a recusa de Macau em assumir a presidência” da Comissão Executiva do organismo. A proposta, assumiu o dirigente, não foi apresentada “em tempo útil.”

Ao mesmo meio de comunicação, Vítor Ramalho afirmou: “Compreendo completamente. A proposta que eu fiz, em nome de todas as cidades, foi apresentada muito em cima da hora. Compreendo que não houvesse tempo para ponderar. Macau vai continuar a ser vice-presidente da Comissão Executiva, que é um cargo de grande prestígio.” O secretário-geral da UCCLA não descurou, no entanto, a possibilidade de ser endereçado um novo convite ao território.

À Rádio Macau, Jorge Tavares, presidente do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM), afirmou não ter sido disponibilizada a informação necessária sobre as condições. “Compreendo a boa intenção deles. Mas também têm de compreender a nossa posição de não querer. Para ser presidente, o que é preciso? Macau terá outro papel? Como vão funcionar as coisas no futuro? Ninguém nos disse nada. Isto tem de ser estudado e ponderado antes de assumir qualquer coisa”, sublinhou o presidente do IACM ao canal.

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