Cabinda “continuará em guerra”, dizem independentistas

3.Cabinda

Os independentistas da Frente de Libertação do Estado de Cabinda, que este ano já reivindicaram a morte naquele enclave de vários militares angolanos, avisaram ontem, em comunicado, que o território “continuará em guerra”.

A posição foi divulgada precisamente no dia em que se assinala a passagem dos 15 anos sobre a assinatura, no Luena, dos acordos de paz entre as chefias militares do Governo, liderado pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), e da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA), terminando com quase 30 anos de guerra civil.

“O MPLA e a UNITA vão comemorar o seu acordo de Luena. Isso é um assunto entre angolanos, que em nada nos diz respeito. Pela nossa parte, a FLEC-FAC continuará a guerra que nos é imposta pela potência ocupante e estrangeira que é Angola”, lê-se no comunicado da organização independentista, assinado pelo seu porta-voz, Jean Claude Nzita.

Na mesma nota, a direção político-militar da Frente de Libertação do Estado de Cabinda – Forças Armadas de Cabinda (FLEC-FAC) volta a apelar “a todos os cabindas, do interior e da diáspora, das cidades, das povoações e das matas, para se juntarem à resistência para intensificar a luta armada em todo o território de Cabinda contra a ocupação ilegítima por parte de Angola”.

 

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