Polícia chinesa detém grupo que realizava exames universitários a troco de dinheiro

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As forças de segurança da República Popular da China detiveram um grupo que recrutava pessoas para fazer exames de acesso à universidade fazendo-se passar pelos candidatos, na província de Hebei, no norte do país, num esquema recorrente na China nos últimos anos.
Segundo o jornal Beijing Evening News, mais de 100 pessoas fizeram em Outubro o exame de acesso ao ensino superior, contratados pelos alunos que originalmente se inscreveram.
O líder do grupo, identificado como Cheng, encontrava na Internet candidatos ao exame que procuravam alguém para fazer o exame por eles.
O valor cobrado variava entre 2.000 yuan e 3.000 yuan, detalha o jornal.
Os recrutados recebiam formação em como utilizar cartões falsos de admissão para o exame e como reagir caso fossem apanhados.
O grupo tinha mais de 20 membros, entre os quais alunos universitários, que recrutavam colegas para fazer os exames.
Em 2015, o uso de cábulas durante o ‘Gaokao’ chinês – o maior exame de acesso à universidade do mundo – passou a ser um crime punido com pena de prisão até sete anos.
Pelas contas do Governo chinês, de um total de quase dez milhões de adolescentes que se submeteram à última edição do ‘Gaokao’, apenas 3,25 milhões conseguiram entrar na universidade.

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