Aumentam créditos às PME na segunda metade de 2016

 

emprestimo

A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) deu ontem a conhecer as mais recentes estatísticas relativas ao crédito concedido a Pequenas e Médias Empresas (PME). Os números revelam um aumento no montante atribuído pela banca comercial no segundo semestre do ano passado. As dívidas não pagas pelas entidades que solicitaram empréstimos registaram também, e no entanto, um aumento.

Assim, no segundo semestre de 2016, o limite de crédito concedido às Pequenas e Médias Empresas pelos bancos de Macau ascendeu aos 13,6 mil milhões de patacas, o que corresponde a um crescimento de 36,8 por cento comparativamente ao primeiro semestre do ano passado. Relativamente ao período homólogo de 2015, no entanto, o número representa uma descida de 34,1 por cento.

O rácio de garantia ficou-se pelos 83,9 por cento, valor que esconde uma subida de 2,3 pontos percentuais quando comparado com o semestre imediatamente anterior e uma subida, mais ligeira, de 0,2 por cento relativamente ao período homólogo do ano passado.

No final de Dezembro de 2016, o valor utilizado do total dos empréstimos concedidos às PME atingiu 69,8 mil milhões de patacas, montante que  traduz um acréscimo de três por cento, comparado com o final de Junho de 2016 e de 4,5 por cento, relativamente ao ano anterior.

O sector em que se registou um aumento mais substancial foi o dos restaurantes, hotéis e similares, em que a subida foi de 8,3 por cento relativamente ao primeiro semestre, seguido do da construção e obras públicas, onde os créditos às PME subiram três por cento. Em tendência oposta, o sector das indústrias transformadoras teve uma queda de 16,1 por cento, com o dos transportes, armazéns e comunicações e o do comércio por grosso e a retalho também a registarem baixas: de três por cento e de 2,1 por cento, respectivamente.

No final de Dezembro de 2016, o balanço relativo às dívidas não pagas pelas Pequenas e Médias Empresas aumentou 88,7 por cento nos últimos seis meses do ano para 578,1 milhões de patacas. Comparado com o ano anterior, o saldo traduz um aumento de 57,9 por cento. O rácio das dívidas não pagas atingiu 0,83 por cento, crescendo 0,38 por cento relativamente ao primeiro semestre e 0,28 comparando com o ano anterior.

 

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