Alunos do IFT com um amanhã sorridente

O Instituto de Formação Turística promoveu ontem uma Feira de Emprego e as empresas do sector responderam em peso, ao disponibilizarem mais de seis centenas de oportunidades de emprego. O evento, sublinham os responsáveis do IFT, permite a partilha de perspectivas de futuro entre alunos e eventuais empregadores.

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Mais de seis centenas de oportunidades de trabalho foram ontem apresentadas aos estudantes do Instituto de Formação Turística (IFT) no âmbito da edição de 2017 da Feira de Emprego promovida pela instituição de ensino superior. No campus da Taipa do IFT, marcaram presença 22 empresas que abrangem uma variedade de áreas relacionadas com o turismo e a hospitalidade, às quais o estabelecimento de ensino superior procura responder com o vasto leque de cursos que disponibiliza anualmente. O 1º piso das novas instalações da instituição encheu-se de alunos em busca de emprego, mas também de voas perspectivas de futuro.

O número de empresas inscritas na iniciativa tem vindo a aumentar de ano para ano. Hotéis, agências de viagem e o sector da moda foram algumas das áreas que se fizeram representar no certame. Este ano marcou também presença uma empresa de telecomunicações: “À medida que vamos crescendo, expandimos os nossos programas em variadas direcções, ainda que ligadas sempre ao turismo e hospitalidade. A variedade das empresas que atraímos para esta feira e os potenciais empregadores também aumentam em número e em variedade”, adiantou Fanny Vong, directora do IFT.

A responsável pela instituição de ensino superior disse ao PONTO FINAL que o evento serve de plataforma para providenciar aos alunos informações sobre as tendências de emprego e as perspectivas da indústria do turismo e hospitalidade e cumpre o propósito de potenciar as hipóteses de sucesso na procura de emprego: “Acho que esta é uma oportunidade muito boa para os nossos alunos saberem mais sobre a indústria [do turismo e hospitalidade]. Que tipo de vagas eles preferem e quais são os requisitos para preencher essas mesmas vagas. Serve para os nossos alunos perceberem que não precisam apenas de obter conhecimento de sala de aula, mas também precisam de mostrar competências pessoais ou de comunicação. Estas empresas estão aqui à procura dessas qualidades”, explica.

Bill Zhang, gestor da divisão de formação da companhia de telecomunicações Mtel, assinalou que foi o facto de o IFT disponibilizar o curso de Gestão de Marketing e Vendas que o levou a estar presente: “Precisamos de mais agentes de vendas e queremos convidar os alunos para a nossa empresa, quer seja para trabalharem a tempo inteiro ou a tempo parcial. Um dos critérios de selecção é a capacidade comunicativa e, depois, daremos formação sobre os conhecimentos básicos da Mtel durante dois ou três dias. A seguir, juntam-se à equipa”, disse o gestor.

Com expositor assíduo “desde há cinco ou seis anos”, a empresa de Hong Kong EGL Tours – que também actua em Macau – foi representada por Sabrina Iong, directora geral. O número de estudantes do Instituto de Formação Turística que recruta anualmente depende do número de vagas que a empresa de serviços turísticos apresenta no momento e, ontem, o objectivo foi recrutar dois ou três estudantes para desempenharem funções de guias turísticos. Segundo Sabrina Iong, “Macau continua a ser um mercado de trabalho muito competitivo, ainda que se verifique uma regressão da economia.”

Ao fundo da sala, Eunice, estudante do 4º ano da licenciatura em Gestão de Negócios Turísticos, procurava informações junto do Aeroporto Internacional de Macau (AIM), uma das representações que atraiu um maior número de alunos durante a manhã. Depois de recolher o boletim de candidatura, a finalista do IFT sublinhou que “muitas pessoas querem trabalhar no Aeroporto” e que a iniciativa do instituto “pode tornar mais fácil os estudantes conseguirem encontrar oportunidades de trabalho”.

Fanny Vong disse ao PONTO FINAL que a taxa de emprego dos alunos do IFT é satisfatória, mas que “os resultados directos da feira de ofertas de trabalho são difíceis de medir”: “O que sabemos é que, nesta feira, as empresas aceitam candidaturas directas e até conduzem pequenas entrevistas”.

A dirigente assinalou que o inquérito feito aos alunos finalistas do ano lectivo de 2015/2016 mostrou que cerca de 90 por cento dos estudantes conseguiu encontrar emprego ou continuar os seus estudos – tirando mestrados ou doutoramentos – num prazo de seis meses após completar o curso: “Estamos bastante felizes com este número”, concluiu Fanny Vong. J.F.

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