IACM: Não há provas que arroz falsificado tenha entrado no território

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O rumor que tem circulado na Internet nos últimos dias e que dá conta da entrada em Macau de um carregamento de arroz falsificado levou a que o Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) contactasse os comerciantes e fornecedores do território para se certificar da origem e da qualidade do arroz comercializado.
O IACM procedeu à recolha de várias amostras, que submeteu a análise, não tendo encontrado qualquer irregularidade. O organismo presidido por José Tavares diz, por isso, que não existem quaisquer provas de que o arroz falsificado seja comercializado em Macau. O Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais reforçou uma tal convicção depois de ter enviado aos mercados locais várias equipas de fiscalização com o objecto de recolher in loco amostras para inspecção. Os fiscais do IACM não se depararam com quaisquer irregularidades.
De acordo com o organismo, o arroz que se consome em Macau é oriundo, principalmente da Tailândia. Uma vez que existe ligação entre o clima e a variedade das espécies, o arroz colhido tardiamente, por alturas de Novembro, tem um sabor mais suave, mas tal não significa que seja falsificado, como avançam os rumores.

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