China organizou exercícios aéreos e navais

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A China iniciou o ano de 2017 com uma demonstração de poderio militar. Vinte e quatro horas bastaram para que as autoridades chinesas lançassem uma mensagem de advertência aos Estados Unidos, ao Japão e à Coreia do Sul sobre as suas pretensões de se tornar a principal entidade tutelar na bacia da Ásia-Pacífico. Através de manobras aéreas e navais e da publicação de um livro branco sobre cooperação e segurança na região, as autoridades de Pequim procuraram deixar claro o seu posicionamento, ao mesmo tempo que Barack Obama se despedia dos seus compatriotas, numa altura em que falta pouco mais de uma semana para que Donald Trump se torne o 45.o presidente dos Estados Unidos da América.

Com os exercícios aéreos e militares, Pequim conseguiu semear inquietude entre os seus vizinhos. Na quarta-feira, o governo chinês alarmou as autoridades sul-coreanas e japonesas com o envio de oito aviões militares que sobrevoaram o estreito que separa os dois países. Ontem, o desassossego bateu à porta das autoridades taiwanesas, quando uma frota de navios militares, encabeçada pelo porta-aviões Liaoning, navegou até ao limite das águas territoriais formosinas. Apesar de não ter entrado nos limites marítimos reivindicados por Taiwan, a frota cruzou a zona de identificação de defesa aérea gizada por Taipé.

 

 

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