Polícia Judiciária nega crimes de violência contra empregadas domésticas

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A Polícia Judiciária emitiu ontem um comunicado a afirmar que ao contrário do que tinha denunciado Emer de Lina, presidente da associação Migrante Macau, não se verificaram, no território, casos de crimes cometidos contra empregadas domésticas filipinas.

Emer de Lina tinha dito em entrevista, ao PONTO FINAL, a 24 de Outubro do ano passado, que tinha tomado o conhecimento de alguns casos em que empregadas tinham sido agredidas verbal e fisicamente pelos patrões.

De acordo com a polícia de investigação do território, a presidente da Migrante Macau esclareceu “ter havido uma empregada doméstica que contraiu um problema de alergia da pele a um agente esterilizante mas que este caso não envolveu qualquer crime”.

A PJ aborda igualmente a situação de uma empregada despedida sem justa causa, que pediu auxílio através da Cáritas Macau à Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais. Porém as autoridades dizem que “esta empregada já saiu de Macau em Agosto de 2016” e que conseguiu “recuperar o vencimento e as despesas de transporte para o regresso ao país de origem”.

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