Conselho de Consumidores recebeu mais de 6400 solicitações em 2016

 

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Entre queixas, pedidos de informação e sugestões, durante o ano passado o Conselho de Consumidores recebeu mais de 6400 solicitações. Mais de 1600 consumidores reclamaram por problemas na aquisição de bens ou serviços, 4711 quiseram obter informações e 36 apresentaram sugestões ao organismo –  presidido por Vong Kok Seng – que defende os direitos do consumidores do território.

De acordo com o comunicado enviado pelo Conselho de Consumidores às redacções, “as cinco áreas que lideraram o ‘ranking’ em termos de queixas foram, por ordem decrescente,  o domínios dos “Equipamento de Telecomunicações’ (198 casos), ‘Imóveis’ (184), ‘Serviço de Telecomunicações’ (144), ‘Transportes Públicos’ (99) e ‘Comida e Bebidas’ (92). Responsáveis por 717 casos, estes domínios correspondem a aproximadamente 43 por cento da totalidade das queixas dirigidas ao CC”.

Face ao ano de 2015, o ano transacto registou uma descida de 12 por cento no número geral de queixas. Em particular, a reclamações relativas aos equipamentos de telecomunicações – domínio que lidera o ‘ranking’ – as diminuíram cerca de 35 por cento. Nas restantes áreas assinaladas pelo Conselho  de Consumidores na nota à imprensa também foram registadas descidas no número de queixas, exceptuando-se o domínio dos  “imóveis” em que foram reportadas cerca de uma centena de questões relacionadas com a aquisição de habitações na China Continental por parte de cidadãos de Macau apenas no primeiro semestre de 2016.

Lê-se na nota do organismo que, “no ano passado, o Conselho de Consumidores lançou, por iniciativa própria, um mecanismo de comunicação com as associações comerciais ou cívicas das citadas áreas, realizando reuniões e encontros com as mesmas no sentido de se debater sobre o motivo dos conflitos de consumo”.

Os turistas também foram incluídos na análise realizada pelo organismo liderado por Vong Kok Seng tendo-se contabilizado, em 2016, um total de 683 casos apresentados, o que representa uma fatia de cerca de dez por cento dos casos encaminhados ao Conselho de Consumidores. A qualidade e o preço dos relógios, jóias e equipamentos de telecomunicações foram os principais alvos das queixas dos turistas.

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