EPM reconheceu habilitações a 80 alunos “externos”

 

escola-portuguesa-de-macau

Não é apenas ao nível do ensino superior que Macau e Portugal estão a negociar um acordo que torne automático o reconhecimento de graus e títulos.

Também ao nível do ensino secundário – e no domínio do reconhecimento de habilitações- estão a ser dados passos para facilitar “os procedimentos envolvidos no reconhecimento de habilitações dos alunos finalistas do ensino secundário complementar de língua veicular não portuguesa da RAEM, nomeadamente na concessão de equivalências pela Escola Portuguesa de Macau, após a validação de documentos pelos serviços de Educação da RAEM”, segundo informações concedidas pela Direcção dos Serviços de Educação e Juventude ao PONTO FINAL.

O assunto também foi discutido na reunião da Subcomissão, em 2015, e terá tido algum desenvolvimento durante a recente reunião da IV Comissão Mista Portugal – RAEM. Aí foi mais uma vez reconhecida à Escola Portuguesa de Macau “competência para atribuir certificados que validam as habilitações dos alunos do Secundário e lhes possibilitam a sua inscrição no ensino universitário em Portugal”, de acordo com informações do Instituto Camões também ao PONTO FINAL.

Desde 2013, quando foi assinado o “Protocolo de cooperação em novos domínios na área da educação entre o Governo da República Portuguesa e a Região Administrativa Especial de Macau da República Popular da China, entre o Ministério da Educação e Ciência de Portugal e a Direcção dos Serviços de Educação e Juventude de Macau, que a Escola Portuguesa de Macau “ficou responsável pelo tratamento do reconhecimento de habilitações académicas dos alunos da RAEM, de língua veicular não portuguesa, que concluam o ensino secundário, para fins de prosseguimento de estudos no ensino superior em Portugal”.

Mas havia que “simplificar e acelerar” o mecanismo de procedimento do reconhecimento de habilitações académicas dos alunos que estudam nas escolas da RAEM, de língua veicular não portuguesa, que concluam o ensino secundário, o que foi decidido na reunião de 2015. Aí ficou assente que “desde que os Serviços de Educação da RAEM tenham verificado os documentos relevantes, a Escola Portuguesa de Macau pode emitir os comprovativos de equivalência académica”.

De acordo com as informações da DSEJ ao PONTO FINAL, “esta medida começou a ser implementada em Agosto de 2015, e até ao final de 2016, cerca de 80 alunos locais que concluíram o ensino secundário nas escolas do sistema não português obtiveram o reconhecimento de habilitações através deste mecanismo, por meio do tratamento efectuado pela Escola Portuguesa de Macau”.

 

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s