Si Ka Lon questiona Governo sobre progresso das obras do metro ligeiro

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Até agora, o valor dos custos da construção do sistema de metro ligeiro do território já excedeu em muito a barreira dos dez mil milhões de patacas e o orçamento da empreitada pode estar ainda longe de um valor definitivo.

O Governo está actualmente focado em terminar, em primeiro lugar, o segmento do metro ligeiro na ilha da Taipa, sendo que, depois, se segue a definição das estratégias de gestão da estrutura para que o metro possa começar a operar em 2019.

O segmento do metro ligeiro na península de Macau, por outro lado, parece não se manifestar uma prioridade para o Governo, que terá de declarar os progressos relevantes, o custo e a viabilidade de resolução dos problemas adjacentes ao projecto.

Na sua interpelação ao Governo, o deputado Si Ka Lon relembrou as declarações do Chefe do Executivo, Chui Sai On, relativamente ao metro ligeiro em Macau. Apesar de constatar que a secção de Macau não será cancelada, Chui Sai On  admite que o traçado de Macau “não é considerado  um projecto prioritário nos debates políticos” e “a eficácia económica e o fluxo de passageiros do metro ligeiro continuam a ser alvo de estudo”. Si Ka Lon questiona, por isso, o Governo quanto à calendarização dos trabalhos.

Quanto ao atraso do projecto, o deputado assinala que “trouxe um elevado aumento dos custos” e quer respostas quer relativamente à divulgação dos valores de um tal agravamento, quer ao anúncio do percurso final do segmento do metro ligeiro de Macau: “Quando o Governo divulgar publicamente o valor total da empreitada, vai também anunciar os percursos do segmento de Macau e o custo estimado resultante de possíveis atrasos?”, questionou o deputado.

Si Ka Lon acrescenta que o facto do Governo “não ter qualquer experiência operacional na gestão do metro ligeiro” e a entrada em funcionamento do segmento da Taipa poder ou não acontecer dentro do prazo estabelecido suscita dúvidas, nomeadamente se o Governo poderá resolver estes problemas através da desintegração do Gabinete para as Infra-Estruturas de Transportes (GIT) e criação de um novo organismo que possa tomar em mãos a tarefa de coordenar a empreitada.

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