Seis associações na rua a 20 de Dezembro

 

Pro-democracy demonstrators hold placards during a protest march in Macau

A Região Administrativa Especial de Macau celebra amanhã o seu 17.o aniversário e a ocasião volta a ser sinónimo de pompa, mas também de protesto.

Esta terça-feira, seis associações e dois residentes percorrem algumas das principais artérias do território para exigir que os direitos dos trabalhadores do território sejam protegidos, mas também para pedir que o Governo autorize a entrada em Macau de cidadãos do Continente cujos pais vivem no território já há mais de duas décadas.

As associações responsáveis pelas manifestações de amanhã estiveram reunidas com o Corpo de Polícia de Segurança Pública, com o propósito de estabelecer um acordo entre as partes relativamente aos locais de concentração e ao itinerários dos protestos.

No Jardim de Iao Hon concentram-se cinco das seis associações – e os dois residentes – que se vão manifestar. Ainda que iniciem os percursos no mesmo local, os diferentes protestos largam em horários distintos: a Associação de Força de Operários de Macau parte às 14h, a Associação de Construção e Armação de Ferro e Aço de Macau-China e a Associação da Garantia dos Interesses de Emprego dos Operários Locais iniciam o percurso entre as 14h e as 15h e as duas restantes associações –a Associação de Aliança dos Operários de Macau e a Associação de Activismo para a Democracia – começam o desfile por volta das 15 horas. Já para os dois residentes, a partida acontece entre as 15h e as 16h.

A Associação da Reunião Familiar de Macau, veterana nas lides dos protestos, é a única a partir do Jardim Triangular, às 14h.

Todas as manifestações terminam na praça de recreação do Lago Nam Van, onde cinco representantes de cada associação deverão entregar cada uma petição ao Governo. A excepção é p protesto da Associação de Construção e Armação de Ferro e Aço de Macau-China, que culmina na Travessa 1º de Maio e onde também cinco representantes procedem à entrega de uma petição, não ao Governo mas à Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais.

Em comunicado, a Polícia de Segurança Pública avança que emitiu várias recomendações aos promotores das manifestações. As forças de segurança avisam que “as actividades devem ser realizadas legalmente e com segurança, por forma a não incomodarem os outros utentes da via pública. Os manifestantes devem seguir pelos itinerários que esta Polícia [PSP] tinha proposto, caso contrário, as actividades serão tratadas como ilegais”.

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