Sadinos maravilhados com Macau

 

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Todos os anos, o Torneio da Soberania – organizado com o propósito de celebrar o aniversário do estabelecimento da RAEM – convida sempre uma emblema e velhas glórias dos relvados para representar Portugal. Depois do Sporting ter participado no ano passado, desta vez coube ao Vitória de Setúbal a tarefa de representar o futebol luso. No final, os chefes da delegação sadina diziam-se encantados com a organização. Só dentro das quatro linhas é que a coisa podia ter corrido melhor.

No último encontro, frente à selecção de Hong Kong, os setubalenses perderam por 2-1 e tiveram algumas queixas da arbitragem. “Só perdemos esse jogo devido a um penálti duvidoso, num jogo em que actuámos desfalcados devidos a lesões em três jogadores importantes da nossa equipa”, lamentou João Santos, um dos chefes da delegação, que também calçou as chuteiras.

Ainda assim, no final, os sadinos estavam mais do que satisfeitos com a estreia no Torneio da Soberania: “Isto só não foi melhor porque deveríamos estar na final. Só não estivemos porque, no primeiro jogo perdemos por 1-0 com Fujian, numa partida que dominámos por completo, em que criámos várias oportunidades, mas a bola não quis entrar”, lembra. Os golos que faltaram nesse primeiro encontro, sobraram no segundo, diante de Okinawa, que a equipa portuguesa cilindrou por 4-0.

No regresso a Portugal, o Vitória levou apenas um sexto lugar na bagagem, mas também as lembranças do que consideraram ter sido “uma experiência magnífica”.

Ricardo Jorge é uma cara conhecida destes torneios, tendo já vindo oito vezes a Macau, três delas com os veteranos do Marítimo. Os madeirenses participaram em 2006, 2007 e 2008. A sua ligação ao evento é tal que chegou a ser convidado e a alinhar pela equipa de Macau numa das edições anteriores: “O que conta aqui é a participação, a amizade e a confraternização”, considera o antigo futebolista profissional, hoje convertido em consultor imobiliário.

“Como desta vez também participei num amigável em Hong Kong, estou aqui com quatro jogos completos nas pernas, em apenas seis dias. Isto aos 52 anos”, gabava-se o jovial veterano, ao explicar o espírito do torneio de Macau.

 

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