Governo sem planos para introduzir cobrança total no hospital público

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A Direcção dos Serviços de Saúde negou ontem os planos para estudar uma eventual “cobrança total no hospital público”, sublinhando, porém, que as regalias sociais não podem ser expandidas de forma ilimitada. O desmentido está relacionados com as afirmações do secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, no âmbito da LAG sectoriais, e foi publicado ontem em comunicado.

Sobre um eventual cobrança, os Serviços de Saúde sublinham que “os actuais benefícios de assistência sanitária como a prestação de cuidados de saúde primários e a cobertura de serviços médicos de forma gratuita aos residentes de Macau foram definidos conforme a lei antes da transferência de soberania”.

Em relação a um estudo para a cobrança total no hospital público, o organismo dirigido por Lei Chin Ion destaca que o trabalho académico visa antes o sistema de cuidado de saúde de Macau, para apurar o números da procura de câmaras hospitalares, recursos humanos de enfermagem, proporção de camas hospitalares, entre outros aspectos.

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