Novo Campus da Universidade de Macau vai ser remodelado no próximo ano

Em 2017 a instituição liderada por Wei Zhao vai ter ao seu dispor mais de 500 milhões de patacas. Parte do orçamento vai ser utilizado para expandir as residências dos alunos e adquirir duas máquinas para conduzir ressonâncias magnéticas.

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João Santos Filipe

O Novo Campus da Universidade de Macau, que entrou em funcionamento em 2014, vai receber obras de expansão e remodelaçãojá no próximo ano. A revelação foi feita pela deputada Kwan Tsui Hang, depois da Comissão a que preside ter estado reunida com representantes do Governo para discutir a Lei do Orçamento.

“O reitor da Universidade de Macau [Wei Zhao] esteve cá para explicar a razão do estabelecimento de ensindo, tendo instalações novas, já precisar de obras de remodelação”, afirmou Kwan. “Segundo a explicação, as residências da Universidade foram construída com uma capacidade para 8 mil alunos, mas actualmente já há mais de 10 mil alunos. Nos próximos 10 anos vai atingir a barreira dos 20 mil”, informou.

“De acordo com o plano inicial houve necessidades que foram logo contempladas mas cujas estruturas não foram acabadas, ficando planeado que só seriam concluídas consoante se revelasse necessário”, acrescentou.

Em 2017, a Universidade de Macau vai ter ao seu dispor um orçamento superior a 500 milhões de patacas. O montante inclui o custo de duas máquinas para ressonâncias magnéticas, que vão ser usadas para investigação, mas também para complementar a oferta dos hospitais públicos: “A UM vai comprar duas máquinas para ressonâncias magnéticas, vão ser utilizadas na investigação e ensino. São equipamentos caros e até ao momento só existem dois em Macau, uma no Hospital Kiang Wu e outra no Centro Hospitalar Conde São Januário”, revelou a deputada.

“Os equipamentos também vão poder ser utilizados pelos hospitais do território, caso haja muitos doentes a precisar de fazer este tipo de exames. O Kiang Wu já tem um acordo para a partilha de recursos e o Centro Hospitalar Conde São Januário está em vias de assinar um acordo semelhante”, disse.

Numa sessão, que contou com a presença do secretário para a Economia e Finanças, Lionel Leong, foi igualmente abordado o aumento das despesas de vários outros organismos como os Serviços Alfandegários, os Serviços de Saúde, a Polícia Judiciária ou Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego: “No caso dos serviços alfandegários, o aumento das despesas deve-se à necessidade de comprar equipamentos e contratar mais pessoal devido à definição da gestão das águas marítimas”, afirmou Kwan.

Ainda sobre a contratação de pessoal, Kwan informou que no próximo anos os Serviços de Segurança de Macau vão procurar recrutar 100 trabalhadores, número semelhando ao dos Serviços de Alfândega. Já a PJ pretende contratar cerca de 70 efectivos para a área da investigação.

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