Lista A: A aposta na “continuidade” com uma melhor comunicação

Apresenta-se como uma aposta na continuidade e propõe-se contribuir para a resolução dos problemas da Escola Portuguesa de Macau, principalmente no que diz respeito a questões administrativas. A Lista A no âmbito das eleições para a Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos da Escola Portuguesa de Macau deu-se ontem a conhecer ao PONTO FINAL.

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João Santos Filipe

Apostar na continuidade, num diálogo construtivo e numa relação de proximidade com a direcção da Escola Portuguesa de Macau. São estes os objectivos definidos pela Lista A, uma das duas listas candidatas às eleições que amanhã vão decidir a próxima direcção da APEP – Associação de Pais e Encarregados de Educação dos Alunos da Escola Portuesa de Macau.

“Os pais podem esperar o melhor para os alunos. A nossa intenção é que as coisas continuem bem, como acontece até agora, porque houve sempre um diálogo construtivo entre as duas partes que permitiu à escola atingir um nível que é, dígamos, de excelência”, disse Valeria Koob, presidente da direcção da Lista A, ao PONTO FINAL.

Contudo esta posição não deve ser confundida com “cumplicidade” porque os problemas comunicados à Lista A não vão deixar de ser levados ao conhecimento da direcção da Escola. Este ponto foi reforçado pelo candidato a vice-presidente, Ricardo Porto: “Temos uma postura construtiva até de parceria, muitas vezes. Mas não diria de cumplicidade porque confrontamos a escola com o que são para nós os problemas sobre as situações que precisam de ser melhoradas”, explicou Ricardo Porto, ao PONTO FINAL.

Em relação aos problemas, a Lista A identifica principalmente dois: o funcionamento  administrativo e o facto das instalações da escola estarem esgotadas.

“A comunicação pode ser mais atempada, tanto na organização de determinados assuntos como nas actividades extracurriculares. Não faz muito sentido os pais terem de ir fazer fila às sete da manhã para terem uma senha para inscreverem os filhos nas actividades extracurriculares”, defendeu Filipe Figueiredo, candidato pela lista ao lugar de vice-presidente da Assembleia Geral.

Outro assunto considerado preocupante é o andamento das obras na escola, sobre as quais não há informação muito concreta, consideram: “As instalações da escola é outra situação que nos preocupa porque estão completamente lotadas. Há a necessidade de fazer obras, que não se sabe quando vão começar. Sabemos que já existe um caderno de encargos, mas falta saber quando começam, como vão perturbar as aulas e como vai ser garantido a segurança”, realçou Ricardo Porto.

Já o facto de Valeria Koob ser docente no Instituto de Estudos Europeus de Macau, que é liderado por José Luís Sales Marques, administrador da Fundação Escola Portuguesa de Macau foi desvalorizado: “Sou colaboradora no Instituto e dou cursos ligados ao programa do Governo de educação contínua. Existe uma relação muito distante. A verdade é que nem conheço muita gente no Instituto e por isso a minha independência não está em causa”, assegurou.

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