António Feliz da Costa

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António Félix da Costa, em Dallara Volkswagen, venceu este domingo a prova de Fórmula 3 do 63.º Grande Prémio de Macau, repetindo a vitória de 2012, uma das maiores da sua carreira. Félix da Costa, de 25 anos, representou a mesma equipa de há quatro anos, a Carlin, e ficou à frente do sueco Felix Rosenqvist (Dallara Mercedes, que demorou mais 1,603 segundos a cortar a meta) e do brasileiro Sérgio Sette Câmara (Dallara Volkswagen, mais 3,194 segundos).

O piloto português tinha largado na ‘pole position’, mas passou para a segunda posição logo na primeira volta, quando foi ultrapassado pelo brasileiro, que era terceiro na grelha de partida, mas no arranque passou para a frente.

Félix da Costa manteve-se em segundo lugar até à sétima volta ao circuito citadino de Macau, quando ultrapassou Sette Câmara, conservando-se depois na liderança até ao final da corrida, de 15 voltas.

Sette Câmara, por seu turno, não conseguiu conservar a segunda posição e foi ultrapassado na 14.ª volta, a penúltima, por Felix Rosenqvist, que ganhou a Taça Intercontinental de Fórmula 3 em 2014 e 2015 e ontem largou em sexto na grelha de partida.

António Félix da Costa só anunciou a 24 de Outubro a sua participação nesta edição do Grande Prémio de Macau de Fórmula 3, prova que se realiza desde 1954. Além de Félix da Costa, a organização da prova convidou outros recentes campeões, como Felix Rosenqvist e o espanhol Daniel Juncadella, que se impôs em 2011.

Juncadella (Dallara Mercedes) cortou a meta em oitavo, 7,840 segundos depois de António Félix da Costa.

Entre os vencedores do Grande Prémio de Macau de Fórmula 3 estão algumas das maiores figuras do automobilismo mundial e antigos multi-campeões mundiais de Fórmula 1, como são os casos dos brasileiros Ayrton Senna e do alemão Michael Schumacher.

Sem a projecção de outrora, o Brasil esteve também representado no pódio. Sérgio Sette Câmara, que chegou a liderar a corrida, disse no final estar “muito feliz com o resultado”: “Sei que dei o meu melhor, tentei manter a primeira posição, acho que deu um pouquinho de má sorte com o ‘safety car’, que apagou a luz muito tarde, acabou atrapalhando-me, só que é isso: Macau é uma ‘lotaria’ e às vezes você vai beneficiar disso e às vezes não”, disse.

O brasileiro, de 18 anos, reconheceu a experiência dos pilotos que terminaram à sua frente.

“São pilotos muito experientes, eles estão correndo o ano inteiro, em circuitos de rua, e o ritmo deles, o preparo físico e mental deles, para encarar muitas voltas no limite no circuito de rua, é realmente impressionante. Eu admiro isso”, afirmou.

 

 

 

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