Pearl Horizon: Proprietários manifestaram-se à porta da Assembleia Legislativa

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Um grupo de membros da Associação de Proprietários do Pearl Horizon manifestou-se ontem à porta da Assembleia Legislativa para manifestar o seu descontentamento com o impasse em que se encontra mergulhado o projecto e pedir ao Governo que resolva o problema o mais depressa possível. Os protestos decorreram dentro da normalidade sem qualquer incidente, de acordo com a associação.

“O Governo devia aproveitar esta oportunidade para considerar se deve ou não encontrar-se connosco. Da nossa parte, o que queremos é apenas garantir que existe um plano que nos permita proteger os nossos bens”, disse Kou Meng Pok, presidente da associação, ao PONTO FINAL. O responsável afirmou ainda que na acção de protesto estiveram entre 200 e 300 pessoas, apesar do número aparentar ser inferior. Os manifestantes, assegura o dirigente, vão voltar hoje ao local.

Kou Meng Pok defendeu que o Governo devia chegar-se à frente e organizar o pedido de indemnização dos compradores à empresa Polytex, responsável pelo projecto. O dirigente justificou esta opinião com o facto do Governo ter recebido o imposto respectivo às transacções das fracções, o que no seu entender é um claro reconhecimento do direito à propriedade dos compradores perante os bens.

A falta de aconselhamento jurídico e de esclarecimentos da parte do Executivo é mesmo uma das queixas desta associação, que através de Kou Meng Pok afirmou não entender o processo que decorre nos tribunais: “Existe um grande processo em curso que coloca e Polytex e o Governo frente-a-frente, mas nós não percebemos que processo é este e ninguém nos contactou para o explicar”, destacou o responsável ao PONTO FINAL, sobre o caso em que a empresa exige ao Governo uma prorrogação do prazo de concessão.

Já antes desta manifestação, na segunda-feira, uma dezena de membros da associação tinham entregue uma carta no Tribunal de Segunda Instância contra a decisão do Tribunal de Última Instância, que decidiu que a Polytex devia entregar à RAEM os terrenos antes do diferendo ser resolvido pela Justiça.

 

 

E.G.

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