Mentalidade de “coitadinho” prejudica o futebol chinês

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O novo responsável pela seleção chinesa de futebol, o italiano Marcello Lippi, considera que a sua equipa precisa de se libertar da mentalidade de “coitadinho”.
Lippi, que conduziu a Itália ao título de campeã do mundo em 2006, afirmou que a China precisa de um milagre para se qualificar para o Mundial de 2018, apontando como prioridade recuperar a confiança:
“É importante que a equipa recupere a confiança”, afirmou numa entrevista ao ‘site’ oficial da FIFA, na véspera do jogo frente ao Qatar, que ontem se disputou em Kunming, no sudoeste do país.
“Iremos concentrar-nos primeiro no embate frente ao Qatar e depois com a Coreia do Sul. O nosso objectivo é ir ao Mundial. Espero que consigamos um milagre”, disse.
A República Popular da China é o último classificado do grupo A da zona asiática de qualificação para o Mundial, que se disputará na Rússia, somando apenas um ponto, após quatro jogos.
Lippi admite que mesmo que a equipa falhe a passagem à fase final, “é preciso garantir que registou progressos para o futuro”:
“Devemos então focar-nos na próxima Taça da Ásia”, disse.
A China já assumiu o desejo de se tornar uma potência no futebol, mas a sua participação em mundiais resume-se à edição de 2002, disputada na Coreia do Sul e no Japão, uma prova que a formação chinesa terminou com zero pontos.
A nação mais populosa do mundo, com cerca de 1.375 milhões de habitantes, figura em 84.º no ‘ranking’ da FIFA.

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