Centro que promete mudar a indústria turística começa hoje a operar

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O Centro Global para a Educação e Formação em Turismo foi ontem formalmente oficializado através de um despacho do Chefe do Executivo, publicado em Boletim Oficial. O organismo, que deverá ficar sob supervisão do Instituto de Formação Turística, tem como objectivo “elevar a qualidade dos recursos humanos na indústria do turismo”.

A Região Administrativa Especial de Macau vai contar, a partir de hoje, com um “Centro Global para a Educação e Formação em Turismo” para “elevar a qualidade dos recursos humanos na indústria turística”, foi anunciado.
Segundo um despacho do chefe do Executivo, publicado esta segunda-feira em Boletim Oficial, o centro, que deverá ser operado pelo Instituto de Formação Turística (IFT), “visa através da cooperação com a Organização Mundial de Turismo das Nações Unidas, elevar a qualidade dos recursos humanos na indústria turística e reforçar a capacidade de estabelecer políticas, legislações e mecanismos”.
Oferecer programas de educação e formação turísticas, incluindo a organização de visitas e estágios, e realizar estudos de investigação na área do turismo são duas das competências do novo organismo, complementa o despacho do Chefe do Executivo ontem publicado em Boletim Oficial.
Um coordenador e um coordenador-adjunto do centro serão nomeados de entre os trabalhadores do Instituto de Formação Turística por despacho da presidente da instituição de ensino superior, em regime de acumulação de funções, explica o mesmo despacho.
Macau procura fazer a transição para um destino de turismo e lazer para reduzir a dependência económica do vector do jogo.
De acordo com as estimativas mais conservadoras do Plano Geral do Desenvolvimento da Indústria do Turismo de Macau, dentro de uma década, o território deve acolher 33 milhões de visitantes por ano.
Já outro dos cenários projectados no mesmo plano prevê até 40 milhões com contas feitas a um crescimento médio anual de 5 por cento.
Considerando o primeiro cenário, e a percentagem mínima de crescimento de 1 por cento ao ano, em 2020, a Região Administrativa Especial de Macau deve ser o destino escolhido por mais de 32,2 milhões de visitantes – sensivelmente mais 5 por cento relativamente aos 30,7 milhões registados no ano passado.
Até ao final de Setembro último, o território recebeu cerca de 23 milhões de visitantes, praticamente o mesmo número do que em 2015, de acordo com dados divulgados pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos.
De acordo com a mesma fonte, dos 22.868.994 visitantes de Macau, 15 milhões eram chineses, 4,7 milhões de Hong Kong, 809 mil de Taiwan e 477 mil da Coreia do Sul.
Durante o mesmo mês, visitaram Macau 91 mil turistas de Taiwan, 526 mil de Hong Kong e 55 mil da República da Coreia. A Direcção dos Serviços de turismo espera que até ao final do ano o número de
visitantes que assomam ao território atinja os 30 milhões.

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