Só a reutilização do património pode salvar o património, defende Maria José de Freitas

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A arquitecta Maria José de Freitas defendeu no sábado que a melhor forma de salvaguardar o património do território e manter intactos os edifícios patrimoniais que constituem o Centro Histórico de Macau passa por consignar novas funções aos imóveis em questão e pugnar por medidas que possam fazer com que tais espaços tenham utilização quotidiana.

Maria José de Freitas foi convidada pela Associação para a Reinvenção dos Estudos do Património Cultural de Macau para abordar o impacto da indústria do turismo no espaço urbano do território. A arquitecta lembrou que há dois métodos frequentes no que toca à revitalização de edifícios de valor patrimonial: um passa pela recuperação dos imóveis propriamente ditos e outro pelo recurso a processos de uso alternativo adaptado que possam reforçar cultural dos edifícios em questão.

Maria José de Freitas defendeu ainda que para valorizar efectivamente o seu património histórico, as autoridades do território devem procurar atrair uma boa parte dos turistas que se deslocam a Macau exclusivamente para apostar nos casinos e perceber “que tipo de mensagem cultural pode ser absorvida por pessoas com diferentes interesses e perspectivas”, defendeu a arquitecta na sessão de sábado.

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