Edifício Multifuncional do Governo no Pac On vai poupar 2,8 milhões por mês

O prédio em causa vai ser construído junto à Estrada de Pac On e actualmente está apenas em fase de planeamento. Actualmente os cofres da RAEM gastam 6,6 milhões de patacas mensalmente com o arrendamento de espaços em armazéns.

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O director da Direcção dos Serviços de Finanças, Iong Kong Leong, garante que o Edifício Multifuncional do Governo que vai ser construído junto à estrada de Pac On vai garantir uma poupança de 2,8 milhões de patacas por mês. A garantia foi dada na resposta a uma interpelação da deputada Kwan Tsui Hang, escrita no final de Outubro.

“Fazendo um estimativa com base no espaço do novo armazém, e se as outras condições, como o preço das rendas e a procura, se mantiverem inalteradas, este espaço vai permitir uma poupança de 2,8 milhões de patacas por mês ao Executivo”, escreveu Iong Kong Leong.

O director dos Serviços de Finanças explicou também que o edifício em causa não vai ser suficiente para satisfazer todas as necessidades do Governo, que vai ter de continuar a arrendar espaços em armazéns. A prática custa actualmente aos cofres da RAEM 6,6 milhões de patacas por mês: “Os departamentos autónomos, administrativos e não-autónomos arrendam cerca de 58,7 mil metros quadrados em armazéns, o que correspondeu a um custo de 6,6 milhões de patacas por mês, no que é uma média de 112 patacas por metro quadrado”, explicou.

“Segundo a informação do Gabinete para o Desenvolvimento de Infra-estruturas, o Governo da RAEM está a planear construir um Edifício Multifuncional num terreno junto à Estrada de Pac On. Depois de estar construído esse edifício vai ter uma área de 25 mil metros quadrados, contudo, ainda não é suficiente para dar uma resposta a todas as nossas necessidades”, frisou.

Nesse sentido, o responsável avisa que apesar da capacidade do governo aumentar com as instalações do Pac On, a RAEM vai continuar a precisar de alugar espaços a proprietários privados.

Outro dos pontos abordados por Kwan Tsui Hang na interpelação que dirige ao Governo reporta-se aos procedimentos para a aquisição de bens e serviços, com Ieong Kong Leong a explicar que a DSF vai implementar medidas mais transparentes, com a informação a ser publicada frequentemente nos portais dos serviços que adquirem bens: “A Direcção dos Serviços de Finanças está a fazer o trabalho necessário para definir as linhas orientadoras para os procedimentos e os estudos de viabilidade para fazer uma base de dados para construtores e fornecedores, assim como para revelar as informações sobre os concursos públicos e ajustes directos nos portais online dos respectivos departamentos”, escreveu o responsável.

Finalmente o director dos Serviços de Finanças aborda a questão da digitalização dos documentos pertencentes ao Executivo. Nesse sentido, o responsável explica que o Conselho Geral de Arquivos tem um grupo de trabalho inter-departamental que está a trabalhar para definir as regras técnicas para a digitalizar os ficheiros, promover um recurso maior ao formato electrónico e garantir que os documentos são guardados da forma mais correcta e que permita poupar espaço.

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