Pequim recusa intervenção estrangeira na RAEHK

 

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O Governo Central instou ontem o Ocidente ao não intervir nos assuntos de Hong Kong, depois da interpretação da Lei Básica da RAEHK por parte da Assembleia Nacional Popular ter sido criticada em meios de comunicação social britânicos e norte-americanos.

A intervenção materializou-se depois de dois deputados do movimento “Youngspiration” terem deturpado o juramento como membros do Conselho Legislativo e defendido publicamente a independência da antiga colónia britânica. Ontem, as autoridades de Pequim exigiram à comunidade internacional para se alhear do que se está a passar na RAEHK: “Esperamos que a comunidade internacional possa reconhecer as verdadeiras cores das forças independentistas e compreenda plenamente a necessidade e legitimidade da interpretação realizada pelo órgão legislativo máximo”, indicou em conferência de imprensa o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Lu Kang. “Hong Kong é uma região administrativa especial subordinada ao Governo central e os seus assuntos devem ser decididos ao abrigo das questões domésticas da China, sem que haja intervenção estrangeira”, rematou o porta-voz.

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