Desenvolvimento urbano de Macau em debate no Consulado

 

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O Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa dinamiza amanhã um debate centrado no desenvolvimento urbano do território. O certame, subordinado ao tema “Re-Pensar o Papel Urbano de Macau: A Plataforma, o Delta do Rio das Pérolas e o Mundo Lusófono”,  junta numa mesma mesa académicas brasileiras e arquitectos locais

No certame, agendado para o final do dia de sexta-feira, deverão ser discutidas estratégias de desenvolvimento urbano que ajudem a projectar Macau num contexto regional e global.

A discussão tem como referência o Plano Quinquenal de Desenvolvimento da Região Administrativa Especial de Macau (2016-2020) e reúne quatro oradores internacionais no Auditório Dr. Stanley Ho do Consulado-Geral de Portugal em Macau e Hong Kong, amanhã a partir das 18 horas.

A palestra é dinamizada pelo Conselho Internacional dos Arquitectos de Língua Portuguesa (CIALP), que convidou Margareth da Silva Pereira, professora na Faculdade de Arquitectura e Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fabiana Izaga, também professora na mesma instituição de ensino superio. Ao jornalista Paulo Rêgo, director do semanário “Plataforma, cabe a responsabilidade de moderar o debate.

O quarto elemento da mesa é o arquitecto local André Ritchie. O Director Executivo de Projecto, Desenvolvimento e Construção da MGM Macau, considera que a troca de opiniões sobre esta matéria é importante: “Nós [em Macau] temos uma coisa que muita gente não tem. Temos recursos. O que é necessário é ter ideias bem arrumadas e é para isso que serve o debate: para discutirmos ideias e para podermos, se tudo correr bem, lançá-las de uma forma construtiva”, declarou ao PONTO FINAL.

Na sua intervenção, André Ritchie vai abordar a evolução urbana de Macau e a sua expansão territorial na perspectiva quer da plataforma entre a República Popular da China, quer da expansão regional no contexto do Delta do Rio das Pérolas.

André Ritchie considera o desígnio da diversificação do território – em termos gerais – interessante, mas acredita que o grande desafio é a sua materialização e concretização. Acrescentou ainda que, ainda que seja arquitecto, interessa-lhe mais a paisagem humana: “A paisagem humana é muito importante na definição da cidade”, remata o arquitecto macaense. JF

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