Equipa de velejadores de Macau disputa regata internacional em Shenzhen

A formação do território vai disputar a competição na categoria para embarcações 28R, ainda que com aspirações limitadas. No entanto, Carlos Costa, co-navegador da formação, sublinha que a equipa está melhor preparada do que no ano passado, quando se estreou na competição.

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João Santos Filipe

Uma selecção do território inicia hoje a participação, em Shenzhen, na 10.ª Edição da Taça da China, prova se prolonga até ao próximo domingo. Apesar das aspirações da formação da RAEM serem limitadas, a esperança é que seja possível obter um resultado melhor do que o alcançado no ano passado.

“Estamos muito mais bem preparados do que no ano passado e temos a vantagem de já conhecer a embarcação. Esperamos ter um resultado melhor do que no ano passado, mas longe dos primeiros lugares porque estamos a competir com algumas pessoas que são profissionais”, disse Carlos Costa, co-navegador da embarcação da equipa, ao PONTO FINAL.

Esta é a segunda participação na Taça da China assinada pela formação de Macau, que está inscrita na chamada  Taça da Federação Asiática de Vela. No ano passado, a formação de Macau ficou no sétimo lugar e última lugar entre sete equipas participantes. Este ano os participantes vão ser dez, com as equipas a virem de países e territórios como a República Popular da China, Hong Kong, o Japão, Taiwan, a Malásia, Singapura, entre outras: “Começámos a participar no ano passado, e apesar dos resultados não terem sido os melhores, a ideia com que fiquei é que aprendemos sempre alguma coisa com a participação. Por isso, este ano fomos convidados de novo e temos todo o gosto em participar”, explicou.

Ao longo de três dias, as embarcações da categoria 28R, que tem cerca de 8 metros de comprimento, vão ter de disputar oito corridas: três hoje, três amanhã e duas no domingo. No final só os melhores sete resultados são contabilizados para definir a classificação final: “O ano passado fomos muito penalizados porque levámos apenas quatro tripulantes e apanhámos muito vento. Estas embarcações são muito sensíveis ao vento e à distribuição do peso e como no ano passado só éramos quatro não conseguimos aproveitar o factor vento”, afirmou Carlos Costa. “Este ano já levamos mais tripulante, porque nos últimos dias da competição há a hipótese do vento ser mais forte”, frisou.

Em relação aos adversários, o velejador destaca a formação que representa a República Popular da China como a grande candidata ao triunfo:  “A formação do Interior da China é a favorita. Eles venceram no ano passado, mas nesta edição não trazem os cadetes, trazem os campeões mundiais de 470, que é uma classe de embarcações pequenas”, defendeu.

A equipa do território vai participar com a denominação Team Macau, contando com os apoios da Associação de Vela de Macau e da empresa local Macau Sailing.

 

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