Palheiros da Costa Nova representam Portugal na Lusofonia

São um dos postais ilustrados mais conhecidos do litoral português e chegam agora a Macau pela mão da Casa de Portugal. O organismo liderado por Amélia António foi beber inspiração à Costa Nova e traz até ao território os vistosos palheiros da Ria de Aveiro.

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Os Palheiros da Costa Nova dão o mote ao expositor da Casa de Portugal no 19.º Festival da Lusofonia que vai tomar conta, no último fim-de-semana do mês, doa Avenida da Praia e da zona do Carmo, na Taipa. Amélia António, reeleita recentemente para a presidência da maior associação de matriz portuguesa do território, garante que não faltarão motivos para visitar a barraquinha da organização no Festival da Lusofonia.

Satisfeita com a afluência registada nas edições anteriores, Amélia António, defendeu ao PONTO FINAL que em receita que ganha não se mexe. A representação da Casa de Portugal no arraial da Lusofonia vai oferecer aos visitantes uma mão cheia de iguarias tipicamente portuguesas: “Como habitualmente, na barraca de Portugal oferecemos petiscos, no que entendemos ser já uma tradição. Desde o início da Lusofonia que funciona assim. Portanto, vamos ter uma salada de feijão com atum, queijos, chouriço, pão e sangria”. explica a dirigente, dando especial ênfase aos pastéis de cereja do Fundão. Outros doces, bolos e café estarão sujeitos a compra.

Na edição deste ano, o expositor da Casa de Portugal vai receber também representantes da Escola Profissional Ofício das Artes – com sede em Montemor-o-Novo – que se deslocaram à RAEM para participar na 8.ª Semana Cultural da China e dos Países de Língua Portuguesa. A instituição oferece cursos ligados às artes musicais, contribuindo para a formação de futuros instrumentistas ou construtores de instrumentos musicais.

O adiamento do arraial não castigou o optimismo de Amélia António, que concorda com a decisão tomada, na terça-feira, pelo Instituto Cultural (IC) de adiar os festejos devido à aproximação ao território do tufão Haima. As chuvas intensas que já se fazem sentir no território tornam impossível a execução dos trabalhos, defendeu ontem a dirigente: “Seria mais complicado não ter havido a decisão. É uma festa toda ao ar livre que não dá para funcionar com tufão e chuva violenta. Portanto, quanto mais rápida fosse esta decisão, melhor”, admite. O adiamento , defende Amélia António, permitirá que o Festival tenha maior projecção.

Apesar dos desafios que se colocam, ano após ano, ao desenvolvimento do projecto – nomeadamente as dificuldades económicas e a falta de coordenação entre os departamentos de serviços e as associações –  a dirigente da Casa de Portugal acredita que “há interesse, que há vontade por parte do IC de perceber melhor o funcionamento da Lusofonia e das associações, do trabalho que fazem e das dificuldades que têm e, portanto, esperanças que continue a mudar”.

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