Exportações chinesas continuam em queda livre

General Images Of Tianjin's Port

As exportações da República Popular da China diminuíram em Setembro dez por cento, em termos homólogos, com a fraca procura global a constituir um obstáculo para a segunda maior economia do mundo, enquanto as importações recuaram 1,9 por cento.

Os dados, difundidos ontem pelas alfândegas chinesas, surgem em oposição com vários indicadores positivos na economia chinesa, o motor de crescimento da recuperação global.

A queda de 10 por cento das exportações, para 184,5 mil milhões de dólares foi acompanhada de um recuo de 1,9 por cento nas importações, para 142,5 mil milhões de dólares.

A China é o maior parceiro comercial de mais de 100 países, nomeadamente do Brasil e Angola, os principais fornecedores de soja e petróleo do gigante asiático, respectivamente: “A China continua a enfrentar óbvios obstáculos no desenvolvimento do seu comércio internacional”, afirmou ontem o porta-voz das alfândegas, acrescentando que o “crescimento da economia mundial permanece fraco”.

Ambos os dados ficaram abaixo das expectativas, com a agência Bloomberg a prever uma queda de 3,3 por cento nas exportações e uma subida de 0,6 por cento nas importações.

Estes dados poderão colocar ainda mais pressão no yuan, a moeda chinesa, que atingiu esta semana o valor mais baixo em seis anos, face ao dólar norte-americano.

O ‘superavit’ da balança comercial chinesa caiu 10 mil milhões de dólares, face ao mesmo mês do ano passado, para 42 mil milhões de dólares.

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